Você Sabe o que é Swaddling e os Benefícios desta Técnica?

Swaddling é uma prática antiga que envolve envolver o bebê em um tecido macio e confortável, e recria para o bebê a sensação do útero da mãe. É uma maneira eficaz de ajudar os bebês a se sentirem seguros e confortáveis, o que pode levar a um sono mais profundo e reparador.

Aqui estão alguns dos benefícios do swaddling para o bebê:

Melhora o sono: O swaddling pode ajudar os bebês a dormirem mais tempo e a dormirem mais profundamente.

Swaddling reduz o estresse: O swaddle pode ajudar os bebês a se sentirem mais seguros e confortáveis, o que pode reduzir o estresse e a ansiedade. 

O Swaddling previne o reflexo de Moro: O reflexo de Moro é um reflexo involuntário que pode acordar os bebês. O reflexo, que são espasmos do bebê, acontece nos primeiros 3 meses de vida do bebê e é normal acontecer quando levam algum susto ou sentem movimentos bruscos. O swaddling pode ajudar a reduzir esse reflexo. 

Alivia as cólicas: O swaddling, ou seja, apertar o bebê no casulinho, recriando o ambiente do útero, é técnica muito eficaz nos momentos de cólica.

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As emoções do terceiro trimestre da gestação

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Na reta final, a ansiedade e a irritação voltam a deixar as grávidas com tudo à flor da pele. Dúvidas em relação ao tipo de parto, distanciamento da vida sexual, problemas de comunicação com o parceiro, dificuldade para dormir, cansaço físico, lapsos de memória até mesmo diante de coisas corriqueiras do dia a dia e ainda a sensação de desespero que bate na última hora: será que ele vai nascer bem?

O primeiro passo para não surtar nas semanas que antecedem o nascimento é definir prioridades e só assumir compromissos que não exijam o esforço físico e emocional. É hora de colocar em prática tudo que facilite a sua vida e lhe dê prazer. Vale antecipar em alguns dias a licença-maternidade, fazer massagem nos pés diariamente e até adotar um corte de cabelo mais prático.
Organize as emoções

Para manter a tranquilidade nesse momento, é importante avaliar quais são suas dúvidas e preocupações. Ao fazer isso, você perceberá que muitas delas já foram sanadas lá atrás e apenas voltaram à tona por causa da insegurança que antecede o nascimento. Você provavelmente já está bem informada sobre os tipos de parto e definiu com o seu obstetra como ele será conduzido. Em relação à chegada do bebê, direcione sua atenção para os últimos preparativos e não dê muita importância para os alarmismos e traumas de outras mães. Retenha apenas o que for bom. Cada gravidez tem suas particularidades, dificuldades e alegrias.

Mantenha o controle

  • Arrume o quarto do bebê e curta cada detalhe. Divida esse momento com o pai, com as amigas íntimas, com sua mãe, irmã e cunhada. Além de contar com uma ajuda extra, você poderá desfrutar de momentos relaxantes e conversas amistosas.
  • No terceiro trimestre, a vida sexual pode sofrer abalos. O homem, por não saber como lidar com a nova situação ou por achar que pode machucar o bebê durante a relação, acaba se afastando e não demonstrando interesse. A mulher, por sua vez, acha que ele não a deseja e fica triste e angustiada. “É importante que o médico explique ao casal que o sexo não machuca o bebê e que eles podem manter a rotina sexual escolhendo posições confortáveis para ambos”, explica Aléssio Mathias.
  • Por causa da barriga, fica difícil achar uma posição cômoda na hora de dormir. E, se você não dorme direito, não descansa adequadamente, e isso eleva a irritabilidade. Nessa hora, vale usar todos os artifícios disponíveis. Desligue a TV, deixe o quarto escuro e silencioso. Deite de lado com o apoio de travesseiros nas costas, entre as pernas e embaixo da barriga para sustentar o peso do bebê.
  • Se o tempo permitir, dê um passeio ao ar livre algumas vezes por semana. O ar fresco revigorará você, manterá seu sangue circulando e diminuirá algumas das dores e incômodos que você possa estar sentindo.
  • Participe de uma aula sobre parto para aprender medidas de conforto e exercícios de alongamento. Use os exercícios de relaxamento ensinados lá, junto com algumas imagens visuais e música, para ajudar você a relaxar e se concentrar na emoção que vem pela frente.
  • Leia, leia e leia. Informações sobre o trabalho de parto, nascimento e cuidados com o bebê ajudarão a diminuir as suas ansiedades e a preparar você para os eventos futuros.
  • Mantenha a sua consulta pré-natal semanalmente, para que seu médico possa acompanhar o seu progresso e o do bebê enquanto o nascimento se aproxima. Sabendo que tudo está bem lhe permitirá relaxar e desfrutar das últimas semanas da gravidez.

Saiba que seu bebê está crescendo saudável, sinta-o se mexendo e chutando cada vez mais forte, prepare-se para o nascimento dele, escolha um nome, compre roupas de bebê e deixe todas as coisas prontas para cuidar dele em sua casa e perceba que em apenas algumas semanas ele estará aqui tornando este momento especial.

É um momento incrível, então relaxe e divirta-se. Você está quase lá!

 

Fonte: mdemulher.abril.com.br

50 perguntas e respostas sobre os cuidados com o bebê

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A maioria dos pais, principalmente os de primeira viagem, têm dúvidas sobre o primeiro ano de vida do seu bebê. Por exemplo: Como aliviar as cólicas? Como amamentá-lo quando acaba a licença maternidade e etc. Reunimos as 50 dúvidas mais frequentes e hoje iremos começar com 10, confira:

  1. Qual a maneira correta de limpar o umbigo do recém-nascido?

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Umedeça um cotonete (ou algodão) com álcool a 70% (adquirido em farmácia) e passe na superfície do curativo pelo menos três vezes ao dia. Tenha o cuidado de limpar todo o entorno do umbigo para evitar infecções. Continue fazendo a limpeza até três dias após a queda do umbigo.

2. Como sei que ele está com cólica ou fome? Tem diferença no tipo de choro?

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O choro causado pelo desconforto das cólicas intestinais é diferente do da fome. Mas fique tranquila, pois, com o tempo e a convivência, você aprende a distinguir cada chorinho: fome, frio, sono, calor, xixi, fralda apertada, dor, mimo e assim por diante. No caso da cólica, considere que é uma situação transitória, mais frequente no final da tarde e à noite. Em geral, as queixas começam na segunda semana de vida do bebê e cessam no quarto mês. É um choro intenso e súbito, que deixa a criança irritada e agitada até três horas por dia. Além disso, diferentemente do que acontece na fome, dar o peito não resolve.

3. O que posso fazer para aliviar as cólicas?

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As cólicas são o resultado de um processo natural do desenvolvimento gastrointestinal da criança e que dura de três a quatro meses. Portanto, procure manter a calma diante do choro do seu bebê. A ansiedade do adulto só faz piorar a situação. Ambiente tranquilo e música suave são sempre bem-vindos. Banho morno (em posição fetal) também. O mesmo se aplica a compressas mornas na barriguinha com toalhas felpudas passadas a ferro. Elas têm um efeito analgésico (mas teste antes o calor da toalha em sua própria face). Outra dica: movimente as pernas do bebê, fazendo-o pedalar no ar. Esse exercício pode ajudá-lo a eliminar o excesso de gases. Procure ainda massagear a barriguinha do bebê no sentido horário. Agora, o mais importante é ter paciência para acalmar o bebê, aconchegando-o no colo, barriga com barriga, ou apoiado de bruços na extensão do seu antebraço. E atenção: oferecer chás entre as mamadas pode prejudicar a amamentação, além de não resolver as cólicas. Já os remédios “contra gases” têm pouca eficácia.

4. É verdade que a minha alimentação pode influenciar nas cólicas do bebê?

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Esse é um tema ainda controverso. Faltam mais estudos científicos, mas existem relatos de que alguns alimentos ingeridos pela mãe deixam os bebês mais agitados. É o caso de chocolate, refrigerantes, café, alguns tipos de chá e até mesmo o próprio leite de vaca. Soja, trigo e nozes presentes na dieta da mãe também são suspeitos de provocar cólicas nos bebês.

5. O que faço para ter mais leite?

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O leite materno é produzido sob demanda. Quanto mais o bebê suga, mais você o produz. Em outras palavras, confie na sua capacidade de amamentar e tudo ficará bem. Agora, para tornar essa tarefa ainda mais tranquila, existem algumas dicas básicas. Procure oferecer o peito com frequência, sempre que o bebê quiser, de dia e de noite, a qualquer hora. Livre demanda. Certifique-se de que ele está bem acomodado no seu colo e pegando o bico da mama corretamente. As duas mamas devem ser esvaziadas a cada mamada, alternando a ordem de início (comece uma mamada com o peito que terminou a última). Beba mais líquido (pelo menos de oito a dez copos por dia) e repouse entre as mamadas. Fuja do estresse, que atrapalha e muito o afluxo de leite. Sessões de relaxamento com massagens no dorso das costas costumam aliviar as tensões. A divisão das tarefas tanto da casa quanto do bebê também. No caso de bebês prematuros, que não podem mamar, faça você a ordenha. Isso ajuda a manter a produção. E ainda dá para fazer doações a bancos de leite.

6. Meu bebê quer mamar o tempo todo. Isso é normal?

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Normalíssimo. O bebê mama, em média, a cada três horas, ou seja, de oito a dez vezes por dia. Alguns, porém, podem encurtar esses intervalos, ficando entre 12 e 15 mamadas em menos de 24 horas. É a maneira que eles têm de estimular a produção de leite e ajustá-la à sua necessidade de crescimento. Daí a importância de dar o peito sempre que o bebê requisitar. Ele sabe o quanto precisa.

7. Toda vez que dou de mamar, preciso fazer o bebê arrotar?

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É muito importante colocar o bebê para arrotar após cada mamada (fazendo isso, você previne que ele regurgite e, pior, engasgue com o leite). Mas isso não significa que ele vai, de fato, soltar os gases do estômago. Algumas vezes, o bebê simplesmente não arrota. Seja como for, mantenha o ritual do arroto, posicionando o pequeno junto ao ombro, na vertical, e dando tapinhas sutis em suas costas. Só assim você dará à criança a oportunidade de eliminar o ar que engoliu – que pode vir acompanhado de leite. Agora, se ele não arrotar entre 20 e 30 minutos, tudo bem. Por precaução, procure apenas colocá-lo no berço de barriguinha para cima com a cabeceira suspensa. Importante: bebês que mamam em mamadeiras merecem atenção redobrada no quesito arroto, uma vez que costumam engolir mais ar por causa das diferenças entre os bicos.

8. Qual a posição correta de colocar o recém-nascido para dormir: de lado, de bruços?

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O ideal é deixá-lo de lado ou de barriga para cima. Nessas posições, eles correm menos riscos de se engasgar com leite ou se asfixiar no travesseiro. O uso de almofadas em forma de triângulos para escorá-los não tem contraindicação. Mas evite colchões muito macios, cobertores fofos e mantas grossas. Além disso, o ambiente deve ser arejado e as roupas da criança adequadas.

9. Qual o melhor momento para furar a orelha da minha filha?

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Não existe um prazo preestabelecido. Alguns afirmam que o brinco já pode ser colocado logo que o bebê sai da maternidade.

10. Como faço para desentupir o nariz do bebê?

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Limpe as narinas do bebê com soro fisiológico. Ele deve ser aplicado com um conta gotas ou spray nasal. Inaladores e umidificadores também são bastante eficazes, principalmente se o ar estiver muito seco. E atenção: jamais tente introduzir cotonetes no nariz de um recém-nascido, pois os canais são estreitos e podem sofrer lesões. O mais indicado nesse caso são bombinhas manuais de sucção, aquelas que parecem uma pera.

Fonte: mdemulher.abril.com.br

 

O que um bebê de um ano consegue fazer?

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Entre um e dois anos de idade o bebê vai desenvolver especialmente o seu aprendizado. Nesse período de vida, as mudanças físicas não são tão evidentes quanto as intelectuais e as comportamentais. É hora de o bebê aprender.

Ao completar um aninho, ele está pronto para aprender a andar, explorar, conhecer, experimentar tudo o que está a sua volta: pessoas, objetos, lugares. Eles têm muita energia e entusiasmo e quanto mais são estimulados, maior será o desenvolvimento do seu cérebro e da coordenação dos seus movimentos.

Aprender a coordenar a musculatura do corpo para andar é sua principal tarefa. Quer andar o dia inteiro e nunca cansa. No início, anda com os braços para cima para buscar equilíbrio, e com o tempo, vai baixando.

Sua linguagem está se aperfeiçoando. Em geral, com 1 ano completo a criança fala em média 6 palavras e consegue imitar alguns sons que os pais ensinam, como o au-au do cachorro. Com o tempo, aprende a apontar as partes do corpo quando os pais falam o nome e identificam objetos em livros infantis.

Ele já tem capacidade para fazer muitas coisas: coopera enquanto o vestem, segura um copo, tenta usar a colher. Por volta dos 15 meses começam a imitar o adulto em algumas tarefas do dia a dia. Faz coisas para mostrar que já é grande como tentar pentear o cabelo com uma escova, falar no telefone celular de brinquedo, varrer o chão com uma vassourinha.

Um dos seus passatempos prediletos é jogar objetos no chão de propósito. Se a mãe pega e devolve para ele, o bebê repete a mesma coisa milhares de vezes, achando que é uma brincadeira.

É comum a criança pegar o brinquedo dos amiguinhos, mas não querer emprestar os seus. Outra característica interessante dessa fase do bebê é que eles adoram se exibir e, para isso, imitam gestos e atitudes que provocam risadas.

Nessa fase, o gênio da criança está mais evidente e eles podem ter acessos de raiva, bater a cabeça, se jogar no chão, dar chutes. Esse comportamento deve ser repreendido pelos pais e analisado, pois sempre há um motivo para os acessos de raiva.

Um resumo do que o bebê com 1 ano, geralmente, já é capaz de fazer:

  • Andar de lado segurando-se nos móveis e no sofá;
  • Introduzir objetos dentro de outros;
  • Empilhar cubos;
  • Compreender frases simples;
  • Falar pequenas frases, como “mamãe qué água”;
  • Imitar os sons dos animais;
  • Começar a querer comer sozinho;
  • Não gosta de ir pra cama dormir;
  • Engatinhar e andar pela casa;
  • Abaixar-se para pegar um brinquedo ou objeto sem cair;
  • Identificar partes do corpo e dizer o nome delas;
  • Bater palmas, fazer gestos para dizer tchau, por exemplo;
  • Rabiscar e desenhar;
  • Folhear livros ou revistas sem rasgar.

Fonte: desenvolvimentodobebe.com.br

O primeiro trimestre de gravidez

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O funcionamento do seu corpo e o desenvolvimento do bebê, semana a semana no primeiro trimestre da gestação:

1 semana:

A primeira semana de gestação começa com a menstruação que marca o início do seu ciclo menstrual. Se você está pensando em engravidar, nada melhor que visitar seu médico.
O ideal é que você planeje a gravidez alguns meses antes, para que seu médico lhe receite uma vitamina que contenha ácido fólico. A vitamina deve ser tomada três meses antes da gravidez, pois ele é muito importante para evitar malformações no tubo neural do bebê, ainda em formação nas primeiras semanas de gravidez. O ácido fólico também é fundamental para a amamentação e deve ser tomado durante toda a gravidez.
Podemos encontrar ácido fólico em comprimidos, mas também naturalmente em alimentos como grãos (pão de trigo integral, por exemplo), vegetais verde escuros (espinafre e brócolis), feijão e lentilha, carnes, cenoura, gema de ovo e etc. A dose ideal será indicada pelo seu médico.
A partir de agora, evite usar drogas, fumar, ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica e tirar radiografias.

2 semanas:

Com 2 semanas de gestação, ocorre a ovulação e fecundação. É quando o sonho de ser mamãe será realizado. A ovulação ocorre ao redor do 14o dia do ciclo menstrual. Quando o espermatozoide encontra o óvulo, ainda nas trompas do útero da mulher, as duas células se fundem em um zigoto que terá o material genético de ambos os pais.
Essa fusão demora em torno de 24 horas. A partir de então, o zigoto começa a se dividir, formando milhares de células, enquanto migra para dentro do útero, que já está preparado para recebê-lo.

3 semanas:

Enquanto vai se dividindo em várias células, o zigoto demora de 7 a 10 dias, após a fecundação, para chegar ao útero. Dessa fixação, começa a se desenvolver a placenta, um órgão que é responsável pela transferência de nutrientes da mãe para o bebê, durante toda a gravidez. Neste período é normal acontecer sangramentos, que podem ser grandes (semelhantes a uma menstruação) ou pequenos. Por isso é que algumas mulheres que já estão grávidas podem pensar que menstruaram e descartarem a gravidez.
Um exame de ultrassonografia pode confirmar a gravidez, já que mostra o saco embrionário. No final de 3 semanas de gestação, podem começar as náuseas e vômitos, embora isso seja muito variável de mulher para mulher.

4 semanas:

Este é o início do período embrionário que termina só na 9a semana. Durante este tempo, o amontoado de células irá tomar a forma de todos os órgãos do corpo. Por isso, essa é a fase mais importante da gravidez, onde há maior risco de ocorrer malformações e se deve evitar o uso de medicações, drogas, cigarros etc.
Seus seios começarão a ficar doloridos, ganhar volume e também surgirá um pouco de cansaço e uma frequente vontade de urinar.
Com 4 semanas de gestação o seu bebê está medindo mais ou menos 0,5 mm.

5 semanas:

Com 5 semanas de gestação o seu bebê está com cerca de 1,5 mm e tem a forma da letra C com cabeça, tronco e uma calda. Seu pequenino coração começará a bater, mas os vasos sanguíneos ainda estão incompletos. Já está ocorrendo a formação do sangue, que começa a circular pelo corpinho.
Nesse período, você percebe que a menstruação atrasa e seu corpo está com certas mudanças. O hormônio específico da gravidez (HCG – Gonadotrofina Coriônica Humana) já está circulando em seu organismo, podendo ser detectado através de exames de sangue ou urina, como por exemplo, o teste de gravidez vendido nas farmácias, que mede o nível de HCG contido na urina.
Marque sua primeira consulta ao obstetra, que será a mais longa durante os nove meses, mas não se esqueça de tirar todas as suas dúvidas.
Nesta semana, talvez, você sinta dores de cabeça em razão da elevação hormonal. Os sintomas variam muito de mulher para mulher. Existem muitas mulheres que não têm qualquer sintoma durante toda a gravidez.

6 semanas:

Seu bebê está medindo em torno de 4 mm de comprimento. Com 6 semanas de gestação o coraçãozinho bate acelerado, por volta de 140 a 150 vezes por minuto, duas vezes mais que o de uma pessoa adulta.
Os vasos sanguíneos que unem o cordão umbilical à placenta aparecem e os aparelhos respiratório, circulatório e digestivo dele começam a se formar. A coluna vertebral é a primeira coisa que se desenvolve e, nesta fase, as bases do cérebro e da medula espinhal já começam a ser visíveis. Ao mesmo tempo, fígado, pâncreas, pulmões e estômago se tornam evidentes, bem como os brotos que darão origem aos membros superiores.
Você pode ter piora das náuseas nesta semana, principalmente pela manhã, quando você escovar os dentes. Procure sempre comer alguma coisa antes de escová-los. A região em torno de seus mamilos (aréola) começa a escurecer e podem surgir pequenos nódulos.

7 semanas:

No final de 7 semanas de gestação o bebê pesa aproximadamente 0,8 grama. Nesta fase, ele já está crescendo muito rápido e seus pulmões, rins e órgão sexual estão quase totalmente desenvolvidos.
Um ultrassom transvaginal já pode visualizar as batidas do coração, que circula sangue por todo o corpinho, os dedinhos das mãos e os brotos dos membros inferiores. Os primeiros movimentos começam a aparecer, mas não são sentidos pela mamãe.
As mudanças no corpo da gestante ainda não são perceptíveis para quem vê. A prisão de ventre é comum nessa época em muitas mulheres. Se for muito incômoda, tome bastante líquidos e como alimentos ricos em fibras.

8 semanas:

Seu bebê já está ganhando algumas formas com 8 semanas de gestação, mede por volta de 20mm e pesa em torno de 2 gramas. Já é possível perceber o início da formação das orelhas, da boca e dos olhos, assim como os dois buraquinhos que darão origem as fossas nasais.
Os dedos das mãos ainda estão unidos por uma membrana da pele. Inicia-se o processo de ossificação do esqueleto. O cérebro já está bem visível e cresce tão rápido, que a cabeça se torna desproporcional ao resto do corpo.
Os intestinos começam a se desenvolver dentro do cordão umbilical e migrarão depois para dentro da barriga do bebê, quando ela estiver grande o suficiente para acomodá-los. Os órgãos sexuais internos já estão bem formados, ou seja, o corpo já se decidiu quanto a ser menino ou menina, de acordo com a presença dos cromossomos X ou Y (XX para mulher e XY para homem). Mas externamente, não há diferença entre os sexos, por isso ainda não podemos saber nada pela ultrassonografia.
O útero da mamãe está maior, suas roupas estão começando a ficar apertadas próximo a cintura, mas as pessoas ainda nem desconfiam que você está grávida.

9 semanas:

Ao final de 9 semanas de gestação, o embrião passa a ser chamado de feto. Todos os órgão dos bebê já estão formados e agora só irão crescer de tamanho, até o fim da gravidez, isto significa que seu bebê está livre de adquirir anomalias congênitas. Ele passa a ter movimentos bruscos e espontâneos, pois os nervos que conectam o cérebro aos minúsculos músculos começam a se desenvolver.
Os braços terminarão de se formar esta semana, estando agora na posição correta e proporcionais em relação ao corpo. Os dedos das mãos começam a se separar.
O desenvolvimento dos olhos está quase completo, mas ainda se localizam nas laterais da cabeça, bastante separados. Os intestinos e os pulmões já estão quase totalmente construídos e o processo de ossificação do esqueleto está em andamento.
Você continua sentindo náuseas e cansaço e, possivelmente, sentirá um pouco de tontura e sensibilidade na gengiva. Foi muito importante você não ter tomado nada de medicamentos ou drogas até agora. Continue assim! Alimente-se bem e tome as vitaminas indicadas pelo seu médico até o fim da gravidez.

10 semanas:

Com 10 semanas de gestação, o seu bebê pesa em torno de 4 a 5 gramas (peso de dois clipes de papel). Nesta fase, começa a movimentar a cabeça, os braços e o tronco e se alguma coisa tocar seu rosto, já conseguirá esticar os bracinhos para afastá-la. As pernas e os braços já estão formados e se encontram nos seus devidos lugares. Os rins começam a funcionar e produzir urina, que o bebê elimina para formar o líquido amniótico. Essa urina não é igual à da criança, pois não têm produtos de excreção que são eliminados através da placenta.
Parte do líquido amniótico é engolido pelo bebê, depois é eliminado novamente pela urina, fazendo um ciclo pelo seu corpinho durante toda a gestação. O líquido amniótico se regenera totalmente de três em três horas e possui também proteínas, células mortas da pele, sais e gorduras. Os rins só terminam de se desenvolver após o nascimento, quando vão produzir maior quantidade de urina.

11 semanas:

Com 11 semanas de gestação o bebê pode atingir até 60mm. A cabeça é quase metade do tamanho do corpo e, nesta semana, inicia-se o processo de formação das unhas. O intestino começa a migrar do cordão umbilical para o abdome.
Neste período, há mulheres que engordam muito além do normal, enquanto outras não ganham peso nenhum. Engordar durante a gravidez é uma preocupação de muitas mulheres, mas o importante é uma dieta equilibrada com uma boa variedade de frutas, legumes e proteínas.
Alimente-se de três em três horas sem exageros e faça suas refeições normalmente e, se possível, no mesmo horário. Sua barriga começa a crescer, o útero aumenta de volume e o coração e os rins começam a trabalhar mais, para suprir as necessidades do seu bebê.

12 semanas:

Seu bebê pesa de 12 a 14 gramas com 12 semanas de gestação. O cérebro não tem o mesmo tamanho que no nascimento, mas tem a mesma estrutura. Formam-se as cordas vocais e ele já pode emitir sons.
O fígado começa a secretar bile e o pâncreas começa a produzir insulina. O bebê se movimenta bastante dentro do útero, mas ainda não é possível senti-lo.
Nesta semana, você sentirá melhoras em relação as suas náuseas e o cansaço. Porém, sua respiração pode ficar mais acelerada e a digestão mais lenta.