Especialista ensina técnica para o bebê dormir 12 horas por dia

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Encontramos essa matéria com a Suzy Giordano, autora do livro 12 horas de sono com 12 semanas de vida (Editora Zahar) e resolvemos compartilhar aqui no Blog, pois  o assunto interessa bastante às mamães e papais!

Suzy é mãe de cinco filhos e emprega a mesma técnica há 20 anos para ensinar as crianças a dormir. Ela defende quatro fundamentos os bebês dormirem bem:

  1. A criança deve se adaptar à família, não a família a ele: “Bebês se adequam bem e deveriam ser expostos a todas as facetas da vida familiar”, explica Suzy. “Durante a soneca deles, assim como a campainha pode tocar, os irmãos mais velhos devem ter autorização para rir alto, ao mesmo tempo em que a máquina de lavar funciona, por exemplo. Se não for assim, a família acaba vivendo em um ambiente de tensão, no qual cada respiração recebe um olhar torto”.
  2. Como pai ou mãe, você deve se sentir no comando: “Eu sou a mãe (ou o pai) e estou no controle. Você é um bebê e vai seguir as minhas orientações” é o mantra criado por Suzy. “As crianças precisam de uma figura que represente autoridade e que estabeleça parâmetros e limites”, enfatiza.
  3. Dormir é uma habilidade que se aprende e que deve ser ensinada: “Embalar um bebê de doze semanas, repetidas vezes, em uma cadeira de balanço automática até ele dormir é o mesmo que carregar o filho de dois anos no colo para todo lado. Os pais resolvem a situação para as crianças, em vez de guiá-las para que realizem o processo sozinhas”, alerta a treinadora de bebês.
  4. O treinamento para dormir exige comprometimento e trabalho duro por parte dos pais: para que o resultado seja positivo, eles precisam fazer algum esforço. “E, mesmo depois que a rotina se estabelece, de vez em quando eles precisarão reforçar o que ensinaram”, diz Suzy.

Segue a entrevista feita com Suzy Giordano na matéria para saber qual é a receita para fazer do sono um assunto tranquilo:

É possível ensinar um bebê a dormir?

Suzy Giordano: Sim. Assim como o bebê vai aprender a caminhar e falar, ele tem habilidade para aprender a dormir e acordar feliz. Mas, como cair no sono é uma necessidade primária (assim como comer e beber, precisamos dormir para sobreviver), nós nos adaptamos às condições a que somos expostos. O meu livro vai ajudá-la a evitar armadilhas e ensinar o bebê a desenvolver bons hábitos de sono desde o início.

Existe fórmula para o bebê dormir 12 horas por dia?

SG.:Em minha experiência, percebi que a maioria dos pequenos quer dormir de dez a onze horas, mas acordam tristes ou mal-humorados e, se permanecessem 12 horas deitados, sentiriam-se mais bem-dispostos. Deste modo, e após 19 anos trabalhando com centenas de bebês, concluí que 12 horas é a quantidade ideal de sono. Quando o seu filho acorda feliz e disposto, você sabe que ele dormiu o suficiente.

Bebês podem dormir 12 horas seguidas? Não devem acordar para mamar durante a madrugada?

SG.:Quando o bebê equilibra o sono e está no peso correto, você notará que, naturalmente, ele irá mamar menos durante a madrugada. No livro, ensinamos você a encontrar a tendência natural do bebê, que é o nosso maior objetivo e sobre o qual estou muito animada. Se você encontrar os caminhos, obterá resultados que lhe parecerão quase um milagre.

Ter boas horas de sono é o sonho de todos os pais, mas o que se vê são mães dormindo pouquíssimo quando têm um bebê recém-nascido em casa. Onde os pais estão errando?

SG.: Dormir é uma necessidade prioritária. Antes de ser pai ou mãe, você é um ser humano. Após muitas noites mal dormidas, os pais começam a perder a esperança de que o bebê pegue no sono rapidamente para que eles também descansem. É quando os problemas começam. Nosso livro tem uma leitura fácil para pais cansados encontrarem uma maneira descomplicada de solucionar e evitar alguns erros.

Quando o bebê chora porque não quer dormir, os pais devem deixá-lo aos prantos até a exaustão ou procurar alternativa?

SG.: Não acho certo deixar o bebê chorar. O choro é um modo de comunicação e, por isso, jamais deve ser ignorado. Nosso método é dar ao bebê a oportunidade de aprender como dormir. Quando os pais entendem o método e se tranquilizam, transmitem a calma que o bebê precisa para aprender. Você não pode caminhar nem falar pelo seu bebê e também nunca poderá dormir por ele.

Você acredita que, se o bebê for ensinado a dormir corretamente quando ainda é um recém-nascido, vai seguir um padrão de sono durante toda a infância?

SG.: Sim, nos primeiros dois anos de vida há muitas mudanças. Os bebês se desenvolvem fisicamente, emocionalmente e intelectualmente. Sabemos que essas mudanças se tornarão mais difíceis se tiverem o sono prejudicado. Uma vez que o bebê tenha bons hábitos de sono, atravessar essas transformações será muito mais fácil.

O que atrapalha o bebê na hora de dormir?

SG.: Não há uma causa comum. Como pai ou mãe, sua tarefa é dar condições de um sono adequado à criança. Então, certifique-se de que o quarto está calmo, escuro e seguro. Isso será um grande começo.

Tem problema levar o bebê para a cama dos pais?

SG.: O lugar ideal é o berço. Quando os pais adormecem, muitas coisas podem acontecer. Eu recomendo que eles nunca levem os bebês para suas camas.

Bebês precisam de silêncio absoluto para dormir?

SG.: Pesquisas mostram que bebês que adormecem com sons calmos tendem a dormir mais e profundamente. Aconselho aos pais a ensinarem a seus bebês como adormecer com sons calmos. Se você ensinar seu filho, ele se acostumará. Deve-se respeitar o sono do bebê, mas não é necessário que todos fiquem absolutamente em silêncio.

 

Fonte: m.mdemulher.abril.com.br

 

Sete cuidados para melhorar o bem-estar da gestante no verão

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A estação mais quente do ano é esperada ansiosamente por muitas pessoas, mas tende a ser um pouquinho complicada para mulheres em período de gestação. Segundo os obstetras, os principais desafios que gestante enfrenta são a sensação de inchaço, a queda de pressão e o aparecimento de manchas na pele. Todos esses problemas, entretanto, podem ser evitados com simples cuidados.

Separamos as dicas sugeridas por especialistas para gestantes que querem aproveitar ao máximo esse calorzinho.

Carregue uma garrafinha de água

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O alto consumo de líquidos ganha importância ainda maior no caso de gestantes. De acordo com a ginecologista e obstetra Luciana Taliberti, do Hospital e Maternidade São Luiz, a gestante precisa de água para repor o que perde na transpiração e também para a manutenção do líquido amniótico, espécie de aquário em que o bebê vive dentro da mãe. Além disso, aumentando o volume de líquido no corpo, a pressão arterial também se eleva, evitando a sensação de tontura típica da queda de pressão. Em média, uma pessoa deve ingerir 2 litros de água diariamente, lembrando que sucos, sopas e frutas também são ótimas fontes de líquidos.

Use protetor solar

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As grávidas têm propensão a ter manchas na pele devido às inúmeras mudanças hormonais ocorridas durante a gestação. A melanina (proteína que pigmenta a pele e cabelos) pode ficar hiperestimulada, dando origem as manchas. Por isso, o cuidado com a pele neste período deve ser redobrado. Obstetras recomendam o uso diário de filtro solar com no mínimo FPS 30  e a não exposição ao sol entre 10h e 16h. Tais manchas são permanentes e, algumas delas, difíceis de sair mesmo com tratamentos dermatológicos, então, a melhor atitude é a prevenção.

Pratique exercícios

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Além de melhorar a disposição da gestante, a prática de exercícios físicos estimula a circulação, evitando, assim, a sensação de inchaço, comum principalmente nos membros inferiores. O melhor exercício para a gestante deve ser aquele com o qual ela se sente confortável. Qualquer sinal de dor, falta de ar ou cansaço excessivo deve ser informado ao médico.

Experimente a drenagem linfática

Pregnant woman being massaged --- Image by © Aurelie and Morgan David de Lossy/cultura/Corbis

Nem sempre a prática regular de exercícios é suficiente para aliviar a sensação de inchaço típica da gestação e intensificada pelo verão. Nesses casos, a drenagem linfática faz toda a diferença, pois além de relaxar, drena o líquido acumulado nas pernas e coxas. A gestante deve procurar um profissional qualificado para realizar o procedimento e, de preferência, que tenha experiência de drenagem em gestantes.

Hidrate sua pele

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Gestantes estão mais propensas ao aparecimento de estrias, principalmente nas pernas, bumbum e mamas. Por isso, a hidratação deve ser feita todos os dias, mesmo no calor, quando a oleosidade da pele costuma aumentar.

Prefira banhos e lugares frios

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O calor promove a dilatação dos vasos sanguíneos, o que diminui a pressão arterial, favorecendo a estagnação do sangue nos membros inferiores. Por isso, a gestante deve evitar lugares quentes e de grande aglomeração. Além disso, os banhos quentes dilatam ainda mais os vasos do corpo.

Cuidado com a esfoliação

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No caso de gestantes, o principal benefício da esfoliação, que é a eliminação da pele morta, também pode ser um grande perigo. De acordo com obstetras, eliminar essa camada da pele implica tirar uma proteção extra contra os raios solares. Além disso, com as mudanças hormonais é possível que a gestante esteja mais sensível a determinados produtos, o que pode desencadear reações alérgicas.

 

Fonte: http://www.minhavida.com.br

 

 

As melhores praias do Brasil para bebês

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Qual é o tipo de praia ideal para levar um bebê?

Infraestrutura é a palavra-chave na hora de escolher uma praia para curtir com o bebê. Isso quer dizer que o lugar deve contar com boas condições hoteleiras, alimentares e sanitárias para que a estada da família seja tranquila.
A verdade é que talvez este não seja o melhor momento da sua vida para escolher, por exemplo, uma praia isolada do resto da humanidade. Ninguém quer sair de férias ou passear pensando em emergências, mas com a presença de uma criança pequena na família não dá para descartar surpresas.
Por que tanta precaução? Porque o bebê pode sentir sono ou fome fora do horário, pode se sujar para além de uma simples troca de roupa ou até vir a ter, justo no meio das férias, um febrão repentino. Lembre-se de que seu filho estará vivendo uma situação diferente do cotidiano de casa e que seu corpo pode vir a se ressentir disso.

O mais cômodo para você — e para o bebê também — é se instalar numa faixa de areia que tenha uma “base de apoio” por perto, para trocas de fralda, alimentação e um soninho da tarde. Se conseguir chegar ao hotel, pousada ou casa de praia em uma rápida caminhada, melhor.

Alguns resorts voltados para famílias contam com facilidades como berçário e copas de bebê equipadas com frutas, micro-ondas, geladeiras e cadeirões.

Caso não seja possível se hospedar tão perto do mar, escolha uma praia que tenha pelo menos um banheiro limpinho nas redondezas (pode ser o de um restaurante ou de uma barraca confiável e bem estruturada).

Evite praias sujas. Informe-se sobre a qualidade da água na imprensa local — as entidades estaduais costumam divulgar boletins com o nível de poluição de cada praia. E fuja daquelas onde se ouve música alta o dia inteiro. Não pense que “se eu gosto, meu filho vai gostar também” — bebês têm ouvidos sensíveis e podem se irritar facilmente.
Algumas praias brasileiras testadas e aprovadas por pais e mães de filhos pequenos

  • Baleia, São Sebastião (SP) — Esta praia do litoral norte paulista é preservada e bem familiar, com uma areia mais durinha que permite até o trânsito de carrinhos de bebê à beira do mar, bastante calmo.
  • Barra do Saí, São Sebastião (SP) — Neste local, você pode proporcionar a seu filho as primeiras experiências de brincadeiras na água salgada sem medo de o mar ficar agitado. Só é preciso ficar de olho nas pedras do canto direito da praia.
  • Barra do Una, São Sebastião (SP) — Além do mar calmo semelhante ao da Barra do Saí, aqui você encontra um atrativo a mais para a família: passeios de barco que partem das marinas locais.
  • Praia de Bombinhas, Bombinhas (SC) — As pousadas contam com quartos espaçosos e, às vezes, até com cozinha. Muitas delas têm um ar de casa de praia, deixando pais e filhos bem à vontade. O mar é calmo nesta região, e há várias piscinas naturais, motivo que talvez explique a presença de tantos bebês.
  • Costa do Sauípe, distrito de Mata de São João (BA) — Os resorts do complexo têm uma infra-estrutura ótima para bebês, com berçário, baby-sitters, copa do bebê e até “pratos” especiais nos restaurantes.
  • Enseada, Guarujá (SP) — A vantagem desta praia do Guarujá é ser recheada de hotéis, postos de salva-vidas com chuveiros e sanitários, além de quiosques que disponibilizam cadeiras e guarda-sóis. Aqui você encontra também um enorme aquário, o Acqua Mundo, que com certeza vai entreter toda a família (crianças até 2 anos não pagam). Só fique atento à superlotação da praia na altíssima temporada.
  • Juqueí, São Sebastião (SP) — A faixa de areia plana e o mar calmo explicam por que o lugar é um dos favoritos de tantos pais e mães com filhos pequenos. Mas não é só isso. Além dos vários hotéis e pousadas bem estruturados (alguns até com clubinhos infantis), Juqueí conta com dois pequenos shoppings centers.
  • Jurerê Internacional, Florianópolis (SC) — Localizada em um bairro residencial de alto padrão, a praia tem excelente infra-estrutura, incluindo parquinho, sombra e água fresca. Na alta temporada, há eventos para a família inteira, e os irmãos mais velhos dos bebês podem brincar com monitores.
  • Lagoa da Conceição, Florianópolis (SC) — Trata-se de uma lagoa calminha, margeada por árvores frondosas com sombra para deixar o carrinho ou até estender uma canga para o bebê engatinhar à vontade. Tem ainda uma variedade de restaurantes, bares e pedalinho.
  • Lagoinha do Norte, Florianópolis (SC) — O mar calmo permite que você entre na água com o bebê sem sustos. Os restaurantes e bares da área disponibilizam mesinhas na areia, e os vendedores ambulantes de bóias coloridas dão um charme extra ao lugar.
  • Leblon, Rio de Janeiro (RJ) — O chamado “Baixo Bebê”, em frente à rua Venâncio Aires, tem uma das maiores concentrações de carrinhos por metro quadrado de areia do país. Este badalado point de bebês cariocas tem também um parquinho, o que ajuda a explicar por que atrai tantas babás, papais e mamães a qualquer dia da semana.
  • Meaípe, Guarapari (ES) — Possui três itens que combinam bem com bebês: mar calmo para molhar os pés, sombras proporcionadas por castanheiras e infra-estrutura de barracas, bares e restaurantes.
  • Porto das Dunas, Aquiraz (CE) — A praia abriga um grande parque aquático, o Beach Park, e possui resorts e pousadas muito bem estruturadas para acolher famílias.
  • Porto de Galinhas, distrito de Ipojuca (PE) — Os vários resorts da região oferecem quartos espaçosos para famílias, berçários e copas especiais para as mamães prepararem papinhas ou mamadeiras a qualquer hora do dia e da noite. Para quem está com orçamento mais apertado, também possui pousadas bem estruturadas para acomodar as necessidades das crianças.
  • Praia do Forte, distrito de Mata de São João (BA) — As boas opções de pousadas e os resorts ficam perto da praia, facilitando as idas e vindas para troca de fraldas ou um descanso da tarde.
  • Stella Maris, Salvador (BA) — As várias barracas da praia quebram muitos galhos e evitam muitas idas e vindas dos pais. Na maré baixa, as piscinas naturais são perfeitas para molhar e refrescar os bebês um pouquinho.
  • Veloso, Ilhabela (SP) — O mar não é agitado e as árvores da praia formam boa sombra para proteger a família toda do sol. Outra vantagem é que não é turística demais, o que garante um ambiente mais sossego para as crianças menores.
  • Villas do Atlântico, Lauro de Freitas (BA) — Essa praia próxima a um condomínio residencial ao norte de Salvador, a caminho do aeroporto, tem piscinas fantásticas quando a maré está baixa.

Fonte: Babycenter