50 perguntas e respostas sobre os cuidados com o bebê

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A maioria dos pais, principalmente os de primeira viagem, têm dúvidas sobre o primeiro ano de vida do seu bebê. Por exemplo: Como aliviar as cólicas? Como amamentá-lo quando acaba a licença maternidade e etc. Reunimos as 50 dúvidas mais frequentes e hoje iremos começar com 10, confira:

  1. Qual a maneira correta de limpar o umbigo do recém-nascido?

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Umedeça um cotonete (ou algodão) com álcool a 70% (adquirido em farmácia) e passe na superfície do curativo pelo menos três vezes ao dia. Tenha o cuidado de limpar todo o entorno do umbigo para evitar infecções. Continue fazendo a limpeza até três dias após a queda do umbigo.

2. Como sei que ele está com cólica ou fome? Tem diferença no tipo de choro?

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O choro causado pelo desconforto das cólicas intestinais é diferente do da fome. Mas fique tranquila, pois, com o tempo e a convivência, você aprende a distinguir cada chorinho: fome, frio, sono, calor, xixi, fralda apertada, dor, mimo e assim por diante. No caso da cólica, considere que é uma situação transitória, mais frequente no final da tarde e à noite. Em geral, as queixas começam na segunda semana de vida do bebê e cessam no quarto mês. É um choro intenso e súbito, que deixa a criança irritada e agitada até três horas por dia. Além disso, diferentemente do que acontece na fome, dar o peito não resolve.

3. O que posso fazer para aliviar as cólicas?

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As cólicas são o resultado de um processo natural do desenvolvimento gastrointestinal da criança e que dura de três a quatro meses. Portanto, procure manter a calma diante do choro do seu bebê. A ansiedade do adulto só faz piorar a situação. Ambiente tranquilo e música suave são sempre bem-vindos. Banho morno (em posição fetal) também. O mesmo se aplica a compressas mornas na barriguinha com toalhas felpudas passadas a ferro. Elas têm um efeito analgésico (mas teste antes o calor da toalha em sua própria face). Outra dica: movimente as pernas do bebê, fazendo-o pedalar no ar. Esse exercício pode ajudá-lo a eliminar o excesso de gases. Procure ainda massagear a barriguinha do bebê no sentido horário. Agora, o mais importante é ter paciência para acalmar o bebê, aconchegando-o no colo, barriga com barriga, ou apoiado de bruços na extensão do seu antebraço. E atenção: oferecer chás entre as mamadas pode prejudicar a amamentação, além de não resolver as cólicas. Já os remédios “contra gases” têm pouca eficácia.

4. É verdade que a minha alimentação pode influenciar nas cólicas do bebê?

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Esse é um tema ainda controverso. Faltam mais estudos científicos, mas existem relatos de que alguns alimentos ingeridos pela mãe deixam os bebês mais agitados. É o caso de chocolate, refrigerantes, café, alguns tipos de chá e até mesmo o próprio leite de vaca. Soja, trigo e nozes presentes na dieta da mãe também são suspeitos de provocar cólicas nos bebês.

5. O que faço para ter mais leite?

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O leite materno é produzido sob demanda. Quanto mais o bebê suga, mais você o produz. Em outras palavras, confie na sua capacidade de amamentar e tudo ficará bem. Agora, para tornar essa tarefa ainda mais tranquila, existem algumas dicas básicas. Procure oferecer o peito com frequência, sempre que o bebê quiser, de dia e de noite, a qualquer hora. Livre demanda. Certifique-se de que ele está bem acomodado no seu colo e pegando o bico da mama corretamente. As duas mamas devem ser esvaziadas a cada mamada, alternando a ordem de início (comece uma mamada com o peito que terminou a última). Beba mais líquido (pelo menos de oito a dez copos por dia) e repouse entre as mamadas. Fuja do estresse, que atrapalha e muito o afluxo de leite. Sessões de relaxamento com massagens no dorso das costas costumam aliviar as tensões. A divisão das tarefas tanto da casa quanto do bebê também. No caso de bebês prematuros, que não podem mamar, faça você a ordenha. Isso ajuda a manter a produção. E ainda dá para fazer doações a bancos de leite.

6. Meu bebê quer mamar o tempo todo. Isso é normal?

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Normalíssimo. O bebê mama, em média, a cada três horas, ou seja, de oito a dez vezes por dia. Alguns, porém, podem encurtar esses intervalos, ficando entre 12 e 15 mamadas em menos de 24 horas. É a maneira que eles têm de estimular a produção de leite e ajustá-la à sua necessidade de crescimento. Daí a importância de dar o peito sempre que o bebê requisitar. Ele sabe o quanto precisa.

7. Toda vez que dou de mamar, preciso fazer o bebê arrotar?

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É muito importante colocar o bebê para arrotar após cada mamada (fazendo isso, você previne que ele regurgite e, pior, engasgue com o leite). Mas isso não significa que ele vai, de fato, soltar os gases do estômago. Algumas vezes, o bebê simplesmente não arrota. Seja como for, mantenha o ritual do arroto, posicionando o pequeno junto ao ombro, na vertical, e dando tapinhas sutis em suas costas. Só assim você dará à criança a oportunidade de eliminar o ar que engoliu – que pode vir acompanhado de leite. Agora, se ele não arrotar entre 20 e 30 minutos, tudo bem. Por precaução, procure apenas colocá-lo no berço de barriguinha para cima com a cabeceira suspensa. Importante: bebês que mamam em mamadeiras merecem atenção redobrada no quesito arroto, uma vez que costumam engolir mais ar por causa das diferenças entre os bicos.

8. Qual a posição correta de colocar o recém-nascido para dormir: de lado, de bruços?

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O ideal é deixá-lo de lado ou de barriga para cima. Nessas posições, eles correm menos riscos de se engasgar com leite ou se asfixiar no travesseiro. O uso de almofadas em forma de triângulos para escorá-los não tem contraindicação. Mas evite colchões muito macios, cobertores fofos e mantas grossas. Além disso, o ambiente deve ser arejado e as roupas da criança adequadas.

9. Qual o melhor momento para furar a orelha da minha filha?

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Não existe um prazo preestabelecido. Alguns afirmam que o brinco já pode ser colocado logo que o bebê sai da maternidade.

10. Como faço para desentupir o nariz do bebê?

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Limpe as narinas do bebê com soro fisiológico. Ele deve ser aplicado com um conta gotas ou spray nasal. Inaladores e umidificadores também são bastante eficazes, principalmente se o ar estiver muito seco. E atenção: jamais tente introduzir cotonetes no nariz de um recém-nascido, pois os canais são estreitos e podem sofrer lesões. O mais indicado nesse caso são bombinhas manuais de sucção, aquelas que parecem uma pera.

Fonte: mdemulher.abril.com.br

 

Páscoa é dia de festa, de chocolate, mas também de moderação

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Crianças pequenas precisam de festas, tanto individuais, de aniversário, como também as coletivas – entre elas, a Páscoa. Pelo seu significado, esta data merece celebração, é uma das ocasiões perfeitas para as manifestações de carinho e afeto. E as crianças, por resumirem o espírito de renovação e alegria, não podem ser esquecidas.

Nos seis primeiros anos de vida, toda criança precisa de festas e de figuras mágicas que aumentem a sua confiança no futuro e assegurem que ela é bem vista por elas. Ganhar um presente da mamãe e do papai é normal. Mas ser lembrada pelo Coelhinho da Páscoa, que não é da família, torna-se para ela, um acontecimento altamente estimulante, porque são pessoas “de fora” reconhecendo suas qualidades a ponto de premiá-las, o que é ótimo para a auto-estima.

No entanto, para esta época é preciso também de cautela, pois o chocolate em excesso pode comprometer a saúde do seu pequeno.

Veja a seguir orientações para que você atravesse esta data com muita alegria e sem aborrecimentos:

Os especialistas sempre se dividem em opiniões quanto ao consumo do chocolate.

Alguns reafirmam o poder que o chocolate tem de tornar as pessoas obesas e outros priorizam o valor nutricional do chocolate, colocando-o como um alimento importante em nossa dieta.

Veja o que eles dizem:

Chocolate não causa obesidade

Alguns estudiosos acreditam que os produtos de chocolate não são os responsáveis pela obesidade ou diluição de nutrientes necessários. Segundo esta visão, estes produtos proporcionam uma parte dos nutrientes necessários em uma dieta. Afirmam ainda que numa barra de chocolate recheada há mais riboflavina e cálcio do que no pão integral, e mais ferro e magnésio que numa maçã.

Chocolate causa obesidade

Já alguns nutricionistas, afirmam que o excesso de calorias para quem não tem necessidade pode resultar em obesidade. Além disso, o chocolate, por seu alto teor de gordura, pode causar problemas cardiovasculares ou outras erupções em peles oleosas, além de alergias. Apesar disso, afirmam que os compostos estimulantes presentes no chocolate, tais como a cafeína e teobromina, não fazem mal à saúde.

Use o bom senso

No entanto, o melhor para a mãe, neste momento, é usar o bom senso.

Sim, é verdade que o chocolate é considerado alimento, uma vez que contém 1/3 de leite, 1/3 de açúcar e 1/3 de cacau, o que equivale a proteína, energia e gordura. Constitui-se numa fonte de potássio, cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B, além de auxiliar pessoas com fadigas físicas e mentais.

Por outro lado, o chocolate é, sem dúvida, um dos alimentos que mais engordam. É fácil entender porque tanta gente ganha peso durante os feriados da Semana Santa. Se já sabemos que uma criança em cada quatro precisa perder peso, não podemos manter a tradição de presentear a todos com os hipercalóricos ovos de Páscoa. Lembre-se que mesmo os chocolates dietéticos são muito ricos em calorias. Se é seu filho quem precisa perder peso, previna antecipadamente os avós, padrinhos e tios de que qualquer presente será mais bem-vindo do que os chocolates.

Se, apesar de tudo, você continuar achando que o chocolate é insubstituível, a tabela de calorias dos chocolates vai ajudá-la a escolher um que seja menos calórico. Não se esqueça de que os teores calóricos estão calculados para 100 gramas. Os ovos de Páscoa são numerados de acordo com o peso. Com uma conta simples você poderá calcular a quantidade total de calorias do ovo que está comprando ou ganhando:

Tipo de chocolate Calorias por 100 gramas
(valores aproximados; podem variar de acordo com a fórmula de cada produto)
Amargo 544
Ao leite 568
Branco (tipo Galak) 530
Com castanhas 534
Crocante (tipo Diamante Negro) 515
Dietético 540

 

E vale lembrar que não se deve oferecer chocolate para bebês com menos de seis meses. E mesmo os maiores não devem comer exageradamente, principalmente se não estiverem acostumados.

 

Fonte: guiadobebe

O que fazer quando o seu bebê se recusa a comer?

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Ao mesmo tempo em que a criança começa a andar, geralmente entre os 9 meses e 1 ano e alguns meses, ele passa também a se desinteressar pela comida. Com tanta coisa para explorar, quem tem tempo de comer?

O que você pode fazer para ajudar:

– Proporcionar o melhor clima possível durante a refeição.

– Aceitar a recusa com paciência e compreensão; não adotar estratégias repressoras nem punitivas, que podem gerar um clima ruim durante a refeição.

– Não insistir demais (no máximo uma ou duas vezes), não castigar nem “presentear” o bebê com recompensas para que ele coma.

– Acalmar-se e controlar o nível de ansiedade. A criança percebe e pode utilizar isso como estratégia para conseguir o que quer.

– Usar a autoridade, e não o autoritarismo, se a criança ficar agressiva. Procurar contê-la e acalmá-la.

– Respeitar o local e os horários das refeições para que a criança se acostume com a rotina.

– Deixar o bebê entrar em contato com os alimentos, pois isso estimula sua curiosidade e pode melhorar a aceitação.

– Conversar com o bebê enquanto ele come, explicando o que é cada coisa e contando histórias que envolvem os alimentos.

– Lembrar que a expressão facial vale muito mais do que aquilo que se diz ao bebê, que percebe tudo por meio dela.

Embora toda a criança precise de estímulo e estrutura na hora das refeições, William Sears, pediatra norte-americano e autor de mais de 23 livros sobre cuidados infantis, ressalta que comer ou não e o quanto come é no final das contas uma escolha do seu filho.

“Ele pode comer bem em um dia e no outro não querer nada”, explica Sears, que escreveu com sua mulher Martha um livro inteiro sobre a alimentação da família (“The Family Nutrition Book”).

Em vez de ficar só se preocupando com o que a criança deixou de comer hoje, considere como foi a alimentação no decorrer de uma semana toda, aconselha o médico. Segundo ele, os pais normalmente acabam se surpreendendo com o fato de que a média do período não é tão ruim assim.

Os líquidos também devem ser incluídos nesta equação alimentar, já que leite e sucos são fontes de nutrientes essenciais (só não vale sucos artificiais cheios de açúcar e corantes) para o desenvolvimento. Como a ingestão excessiva de líquidos pode também comprometer o apetite, procure oferecê-los depois ou entre as refeições.

Outro ponto superimportante é não deixar que seu filho consuma guloseimas demais, que acabam fazendo as vezes da comida, mas são pobres em nutrientes e podem gerar uma carência de vitaminas e minerais.

Caso ele se recuse a comer ou beber qualquer coisa durante um dia inteiro, ligue para o pediatra para pedir uma orientação mais específica e evitar que seu filho acabe desidratado.

Fonte: BabyCenter, Pedriatriaemfoco

 

Os Tipos de Alimentos que uma Gestante deve Consumir

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As mulheres quando engravidam ficam sempre com muitas dúvidas em relação à alimentação, o que é bem normal, afinal a mãe quer gerar um filho saudável. Não existe fórmula mágica de alimentação para gestante, existe sim, muitas dicas preciosas para uma alimentação saudável durante a gravidez.

Lembrando que cada grávida tem um organimo e só o seu médico ou um nutricionista poderá recomendar uma dieta específica. Portanto, o que vale para uma, pode não valer para a outra.

Não é porque está grávida que a mulher pode comer o que quiser, na hora que quiser. A frase “ agora tenho que comer por dois porque estou grávida” não é válida. A melhor frase para esse momento seria “ agora tenho que comer pelos dois”, garantindo a saúde da mamãe e do bebê. O recomendado é a mulher aumentar a ingestão de apenas 200 calorias após o segundo trimestre.

Durante toda a gestação, a mulher deve comer a cada três horas. O recomendado é uma alimentação bem variada e colorida, incluindo seis porções diárias de pães e cereais, de preferência integrais, cinco frutas e três a quatro porções de legumes e verduras. Além disso, carnes, leites e derivados, sempre variando para assim obter os mais variados minerais e vitaminas que a mãe e o bebê precisam. A mãe nunca pode esquecer de beber pelo menos dois litros de água por dia.

No primeiro trimestre ocorre um aumento da frequência cardíaca e volume do sangue da mãe, fase importante de desenvolvimento das partes vitais do bebê. Nessa fase a ingestão de ferro, ácido fólico e líquidos são importantes. Isso não quer dizer que esses componentes são importantes apenas nessa fase, eles têm que fazer parte de toda a gestação.

A mamãe tendo uma noção do valor de cada nutriente poderá montar pratos de acordo com o seu paladar e com a etapa da gravidez. Anote alguns exemplos abaixo: Continuar lendo

Aprenda a congelar vegetais e descubra os benefícios dessa técnica

Esta técnica é excelente para a saúde, para o bolso e ainda facilita cotidiano, entenda o porque:

saquinhos geladeira

Congelar os vegetais elimina os microrganismos da superfície do legume, mantendo-o limpo e ajuda a preservar seus nutrientes. Pesquisadores analisaram o valor nutricional de vegetais 16 dias após a colheita, tempo médio entre colheita e gôndolas de supermercado e chegaram à conclusão de que à temperatura ambiente os vegetais chegam a perder de 10 a 25% dos nutrientes e as maiores perdas são nas vitaminas.

Já que não é possível congelar após a colheita, faça-o assim que comprar, escolhendo sempre os mais frescos e de boa qualidade.

O que não pode ser congelado?

Alimentos que serão consumidos crus, em saladas como alface, agrião, escarola, almeirão, rúcula, pepino, rabanete, tomate e etc. A batata também não pode ser congelada crua, pois tem excesso de amido e absorve muita água, amolece, esfarela e escurece, a não ser na forma de purê, bolinhos ou suflês.

Os demais podem e devem ser congelados, pois perderão bem menos nutrientes.

Guia do Congelamento

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1.  Como planejar o congelamento

planejamento vegetais

– Compras: faça uma lista de tudo o que vai precisar e a quantidade que você acha capaz de congelar, pois o congelamento não aceita produtos velhos e de má qualidade.

– Organize-se: tire um dia a cada quinzena e cozinhe para os próximos 15 dias.

1.1  Regras para o bom congelamento:

– Congelar somente alimentos de qualidade.

– Da hora da compra até o preparo, mantenha os alimentos no refrigerados. Prepare o mais rápido possível, para não perderem os valores nutritivos.

– Cozinhar os alimentos menos do que o tempo normalmente usado.

– Resfriar rapidamente para que suas propriedades sejam mantidas. Nunca use temperatura ambiente para resfriar (é ruim para o alimento e para a saúde).

Resfriar rapidamente significa estancar o cozimento rapidamente e colocar o alimento envolto em material frio (água e gelo), conservando assim, textura, sabor, cor e paralisando o processo bacteriano.

– Embalar corretamente antes de levar ao freezer

– Extrair a maior quantidade de ar possível

– Etiquetar a embalagem com nome do alimento e a data em que foi feito.

– Congelar sempre porções suficientes para uma refeição, depois de descongelado, o alimento deve ser consumido o mais rápido possível. Nunca recongele um alimento.

– Tenha sempre os materiais para embalar os alimentos à mão.

1.2       Materiais usados no congelamento:

– Peneira de alumínio para o branqueamento de vegetais.

– Sacos de polietileno incolor, com a textura correta. Muito fino corre o risco de partir e muito grosso, dificultam na extração do ar.

– Aparelho de extrair ar: a única maneira de extrair o ar corretamente.

– Equipamento de selagem.

– Etiqueta.

– Formas para cubos de gelo.

– Bandejas de isopor para distribuir legumes e verduras.

Cuide com a qualidade da embalagem, se ela não for boa, o produto poderá sofrer a ação direta do ar frio, o que lhe causaria danos.

2. Congelando os vegetais

saquinho congelado

2.1       Preparo dos vegetais

– Escolha vegetais frescos e de qualidade.

– Lave cuidadosamente, retirando impurezas e partes estragadas.

– Branqueie exatamente pelo tempo necessário para cada tipo, para que não percam suas propriedades.

– Esfrie rapidamente, para cortar o seu cozimento.

– Seque bem para retirar o excesso de água.

– Embale corretamente, rotule e guarde.

2.2       Branqueamento

vegetais na panela

Os vegetais devem ser branqueados ou escaldados para conservar a qualidade, sabor,

textura, cor e retardar a proliferação de bactérias.

Como branquear e resfriar:

– Ferva bastante água em uma panela grande;

– Coloque em uma peneira de alumínio, aproximadamente 350g de

vegetal lavado;

– Assim que a água ferver, mergulhe a peneira com o vegetal, comece a

contar o tempo, após a volta da fervura da água (Tabela)

– Retire a peneira e coloque dentro de uma bacia com água e cubos de

gelo. O tempo de resfriamento é o mesmo tempo de branqueamento.

Para branquear maiores quantidades do mesmo vegetal, pode-se usar a mesma água diversas vezes (6 a 8 vezes) esperando apenas que a água recomece a ferver para colocar nova porção do vegetal, acrescentando mais água se necessário. Você pode aproveitar essa água para caldos e sopas, pois é muito rica em vitaminas.

branqueamento2.2 Duração dos vegetais

– Cozidos: até 3 meses.

– Talos e folhas cozidas: até 6 meses.

– Branqueados: até 1 ano.

2.3 Vegetais que não precisam ser branqueados

– Salsa, cebolinha, coentro, etc: lave, enxugue congele em aberto, depois esmigalhe as folhas congeladas embale em saquinhos ou pote, utilize congelado.
· Cebola: descasque, corte em rodelas ou pique, congele em aberto, depois embale e congele.
· Alho: descasque, pode ser espremido ou não, e guarde bem embalado. O alho acentua o sabor, por isso diminua a quantidade quando for usá-lo.
· Tomates: lave bem, corte e leve a uma panela tampada. Não coloque água. Deixe cozinhar 3 minutos. Duração: 12 meses, se for pronto, 3 meses.

  • Cogumelos: lave bem, deixe em água e limão por 1 hora. Escorra e refogue na manteiga ou óleo por 2 minutos, esfrie e congele. Outra opção, depois de escorrido coloque na água e congele em vidros com essa água. Duração: 8 meses.