Quando a criança pode mudar do berço para a cama?

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Por volta dos dois anos, a criança está pronta. É quando ela já anda com firmeza e adquire algumas autonomias, como a fala, por exemplo. Isso quem explica é a psicóloga e psicanalista Denise de Souza Feliciano, professora do Instituto Sedes Sapientiae (SP). Outro fator determinante é a altura, quando a criança estiver de pé e a linha dos mamilos ficar abaixo da linha da grade, não existe risco de sair e sofrer alguma queda. Mas se o berço estiver com o estrado totalmente rebaixado, sem protetores laterais ou brinquedos dentro, e, mesmo assim, ele escalar e tentar sair, é hora da troca.

Para ajudar os pais a fazerem essa transição com tranquilidade, sem estresse ou trauma para a criança, colocamos aqui seis dicas de especialistas e mães que já passaram por essa fase. Confira:

  1. Prepare o seu filho

O primeiro passo é ter uma boa conversa para explicar que ocorrerá uma mudança, mas que será para melhor. “É importante um período de preparação, que permite que a criança se despeça de seu berço e fique na expectativa de um espaço novo. Isso a ajudará a elaborar o luto da perda dessa etapa de sua vida, situação que viverá muitas outras vezes ao longo dela”, explica a psicóloga Denise. A especialista ressalta que é interessante associar a mudança ao desenvolvimento. Diga ao seu filho que ele não é mais um bebê, que já sabe, por exemplo, falar e comer com a colher. Valorizar seu crescimento e os ganhos de uma nova etapa vai incentivá-lo a seguir com seu desenvolvimento. De acordo com Denise, a convicção dos pais de que é bom crescer é o que ajuda a criança a se interessar pela mudança. “Se os próprios pais não conseguem lidar com o fato de que o filho deixou de ser um bebê, ele sentirá essa ambivalência e responderá recusando-se ao desenvolvimento”, alerta.

  1. Deixe que ele participe

Depois de informar sobre a transição, é importante envolver seu filho na mudança. “Incluir na preparação, combinar o que vai acontecer, marcar um dia, pedir ajuda na escolha da cama, da colcha e dos acessórios são atitudes positivas que favorecem a adaptação”, afirma Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

  1. Faça da mudança uma festa

A atitude positiva dos pais é fundamental para que a transição do berço para a cama seja natural e tranquila. E, quanto mais feliz for o momento, melhor será a aceitação da nova realidade. Lembre-se, no entanto, de que nem sempre a surpresa é uma boa ideia. Algumas crianças podem ficar inseguras por falta de tempo de elaboração.

  1. Tome precauções de segurança

Com a mudança para a cama, as crianças terão mais autonomia e liberdade e, portanto, poderão acessar locais que ficavam indisponíveis quando dormiam no berço. Todo cuidado é pouco na adaptação do quarto e da casa como um todo. As janelas devem ter proteção, porque elas poderão subir com facilidade nos móveis. Fios e aparelhos elétricos devem estar fora de seus alcances. Gavetas baixas não podem conter itens de risco como facas, medicamentos e objetos de vidro. É importante também evitar camas muito altas, como os beliches. “Beliche é perigoso, tem o risco de escalar, de cair do alto. A bicama é interessante porque a criança pode trazer os amigos para dormir quando estiver maior”, sugere a psicóloga clínica e psicopedagoga Cynthia Wood (SP). Seja qual for o modelo escolhido, é fundamental o uso de grades de proteção.

  1. Não volte atrás

Um erro muito comum é mudar a criança para a cama e, ao primeiro sinal de dificuldade na adaptação, desistir. “Não existe voltar atrás nesse tipo de conduta. A criança logo estará acostumada ao seu novo quarto. Podemos fazer companhia até ela dormir nos primeiros dias. Mas, sempre no quarto e na cama dela, sem retirá-la de lá”, aconselha o pediatra Marcelo.

De qualquer forma, é importante saber que a criança pode ter dificuldades. “Diante de eventuais recaídas, os pais devem oferecer atenção e compreensão. Esses momentos são a expressão dos medos e das inseguranças que acompanham as mudanças mesmo na idade adulta. Ajudar o filho a enfrentá-los e a seguir é uma forma gradativa de instrumentá-lo para as muitas transições que o acompanharão sempre”, explica a psicóloga Denise. Por isso, colocar a cama ao lado do berço e esperar a vontade da criança mudar não é uma boa ideia. “Passa a imagem de que a criança não precisa se decidir, que pode ter as duas coisas ao mesmo tempo. Gera mais dúvidas e incertezas”, ressalta a psicóloga Cynthia.

  1. Evite levar para sua cama

“Os pais devem insistir para que a criança fique no quarto dela. Trazê-la para o dos pais só vai acostumá-la a dormir com eles, e não resolver o problema”, afirma Ana, do Serviço de Psicologia do Einstein. A psicóloga Cynthia engrossa o coro. “O importante nessa hora é ter muita paciência, ir levando a criança de volta com tranquilidade, esperar que ela durma novamente e se retirar do quarto dela quantas vezes forem necessárias. Em poucos dias, essa frequência de acordar e procurar os pais vai diminuindo e ela passará a dormir confortavelmente em seu próprio quarto”, garante. Toda a paciência será recompensada. Ao final do processo, seu filho terá conquistado mais uma etapa do desenvolvimento. Podem comemorar!

Fonte: RevistaCrescer

 

Quarto do bebê com segurança: o que não pode faltar e o que é desnecessário

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Pensar nas cores, no tema e na decoração é uma delícia na hora de planejar o quarto do bebê. Mas, além da parte bonitinha e divertida, importante mesmo é fazer do cômodo um lugar seguro e ideal para o seu filho crescer. Pensando nisso, colocamos abaixo o que é desnecessário e o que não pode faltar no quarto do baby. Veja as dicas abaixo:

Desnecessário

Cores fortes na parede

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Os tons mais fortes das cores estão associados à indução de irritabilidade e podem atrapalhar
o sono do bebê. Prefira os tons mais claros, pois deixam o ambiente com aspecto mais tranquilo.

Bonecos e bichinhos de pelúcia

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Estão entre as maiores causas de alergias respiratórias em crianças. No berço são um risco maior, pois podem obstruir a respiração causando sufocamento do recém-nascido. Como são grandes estímulos visuais, eles também deixam os bebês mais agitados, dificultando o sono e o aleitamento.

Difusores de aroma

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Cheiros e odores muito fortes não são recomendados para o ambiente em que um recém-nascido ficará por muito tempo. Também é dispensável o uso de aerosois no quarto do bebê.

Protetores, almofadas,  travesseiros e cobertores

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Usados para proteger os bebês de bater as cabeças nas grades do berço, os protetores podem sufocar a criança, principalmente se não estiverem amarrados adequadamente. As almofadas e cobertores pesados podem impedir a respiração do bebê e facilitar o sufocamento. Em dias frios, o ideal é que o bebê esteja bem agasalhado. Travesseiros são dispensáveis até os seis meses de idade. Conforme o bebê for crescendo, opte por travesseiros finos e pequenos para não provocar o movimento de inclinação do pescoço para baixo, obstruindo a respiração da criança.

Cortinas de pano, tapetes e carpetes

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Acumulam pó e, com isso, facilitam o desenvolvimento de alergias respiratórias no bebê. Nas janelas, prefira as persianas de fácil limpeza. No piso, dê preferência  a modelos de material vinílico, borracha ou plástico, antialérgicos e laváveis, que não sejam escorregadios.

Não pode faltar

Luz indireta

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Uma iluminação adequada é essencial para o sono e a tranquilidade do bebê. Além do ponto principal de luz, é importante ter uma luz indireta, ou dimmer, que regula a intensidade da luz. A luz indireta facilita o sono do bebê e transmite tranquilidade, já que o escuro pode assustar ou amedrontar a criança, servindo também como auxílio para a mãe nas trocas de fraldas, na amamentação e na vigia noturna. A mais indicada é a luz de cor azul, que está associada ao favorecimento do sono do bebê.

Móbile

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A movimentação estimula a curiosidade e os movimentos do bebê, e seus sons o relaxam.
Devem ser coloridos e de fácil limpeza. É importante que estejam fora do alcance da criança,
pois a criança pode tentar se pendurar no objeto e sofrer algum acidente.

Aparelho de som

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Ao contrário da TV, que pode criar um hábito negativo no bebê, os médicos afirmam que um aparelho de som acalma a criança e ajuda a estabelecer os horários de atividades. Se for a hora de dormir, coloque uma música muito calma, tranquila e baixa. Para o banho, músicas infantis vão deixar o bebê mais feliz.

Berço

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O berço precisa ter uma base de altura regulável para ser alterado conforme o desenvolvimento do bebê. O estrado deve ser de madeira contínua, que é mais firme e resistente. O espaçamento entre as grades não pode ser menor do que 4,5 cm e maior do que 6,5cm, pois é um convite ao acidente: muitos bebês prendem o pezinho e as pernas entre as grades e dão a maior dor de cabeça para os pais. Não é recomendado que o berço fique exposto a correntes de vento e, principalmente, perto da janela. O colchão do bebê precisa ser firme e acomodar toda a área do berço, sem deixar espaços vazios, pois esses vãos podem causar acidentes, sobretudo nos cantos do berço. A densidade indicada para recém-nascidos e crianças de até três anos é 18.

Poltrona de amamentação

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É indispensável para facilitar o aleitamento do bebê. A poltrona ideal é a que tem braços que servem como apoio. Outros itens, como encosto para pés, também são bem-vindos. Se nos primeiros meses a posição não for confortável somente com o uso da almofada, como o encosto para o braço, experimente repousar o pé em um banquinho: ele vai facilitar o alcance do bebê ao bico do seio e aliviar a tensão do braço da mãe fortalecendo o encosto para a cabeça do bebê.

 

 

 

 

Sete conselhos valiosos para mães de primeira viagem

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Ser mãe pela primeira vez é uma grande experiência, mas, para muitas mulheres, uma experiência excessivamente desgastante. Algumas não conseguem desgrudar da porta do quarto de seus bebês. Outras ficam angustiadas quando não conseguem conter o choro do filho entre outras preocupações.

Para essas mães, reunimos sete conselhos valiosos para as mães de primeira viagem. Entenda melhor as mudanças e características desse comecinho da vida do bebê para aproveitar mais esse momento com preocupações de menos.

1.       É normal chorar

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“Bebês podem chorar uma média de até três horas por dia”, afirma a pediatra Leda Amar de Aquino, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Para descobrir os possíveis motivos, a estratégia é a da exclusão. Por isso, se você já verificou a fralda, já tentou dar de mamar, checou se a roupa ou posição não estão incomodando e, mesmo assim, o bebê continua chorando, espere passar. A especialista também recomenda conversar com o bebê para a mãe se acalmar e também tranquilizar a criança. “Choros contínuos são mais comuns nos três primeiros meses. Nesse período as cólicas incomodam, mas a causa do choro pode ser uma simples inquietação”, diz.

2.       A pele muda mesmo

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Principalmente no primeiro mês de vida é comum o aparecimento de placas avermelhadas na pele, principalmente no rosto. Não há uma causa definida para o problema, mas, da mesma maneira que ele aparece, uma hora vai embora, aponta a pediatra Vera Fieldman Ramalho Valverde, Hospital e Maternidade Santa Joana. Outro problema comum é o ressecamento da pele. “O bebê passou meses envolto no líquido amniótico. Por isso, descamações também são comuns nas primeiras semanas de vida”, explica.
Para não piorar essas e outras mudanças naturais da pele do bebê, alguns cuidados são essenciais. Um deles é vestir o bebê apenas com roupas de algodão. Não se esqueça ainda de lavar as roupas com sabão neutro e sem uso de amaciantes. Por fim, higienize o rosto do bebê com um algodão úmido após a amamentação para garantir que a pele não fique engordurada pelo leite que escorreu.

3.       Sim, ele está mamando o suficiente

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Seu bebê está ganhando peso? Se sim, então está mamando o suficiente. “O ganho de peso é o melhor parâmetro para saber se a criança está se alimentando bem”, diz a pediatra Vera. Há duas maneiras de realizar a amamentação. Uma delas é esperando o bebê esvaziar o leite de um só peito e, na próxima mamada, o leite do outro. Outra é revezando entre os dois seios. Para descobrir o melhor método para você, converse com o seu pediatra.
Outro assunto que precisa ser esclarecido de uma vez por todas é: não existe leite materno fraco. Ele é o alimento mais completo para o bebê. O único problema que pode acontecer é a baixa produção de leite pela mãe. Neste caso, a alimentação deve ser complementada.

4.       Ele não vai passar frio

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“Mães de primeira viagem certamente terão muitas dúvidas, mas, acima de tudo, elas devem usar o bom senso”, afirma Leda. Assim, se estiver muito frio, a criança deve ser bem agasalhada. Se estiver calor, o ideal são roupas leves e fresquinhas. “Deixá-lo todo empacotado independente da temperatura, imaginando que eles sentem muito mais frio que os adultos só prejudica o bebê”, reforça.

5.       O intestino dele não é um reloginho

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Em geral, os bebês evacuam enquanto mamam graças ao reflexo gastrocólico, que avisa o intestino que é hora de funcionar. Entretanto, perto de completar o primeiro mês de vida isso muda. “Eles podem passar dois ou três dias sem evacuar porque seu corpo ainda está sofrendo adaptações”, explica a pediatra Vera. Segundo ela, conforme o tempo passa, o organismo começa a juntar um bolo fecal maior antes de despertar a vontade de evacuar.

6.       Não, ele não é estrábico

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Muitas mães ficam observando seus bebês um tanto preocupadas, imaginando que por eles não conseguirem manter a visão fixa talvez sejam estrábicos. “Isso acontece porque eles ainda não têm controle da musculatura orbitária, mas é completamente normal”, esclarece Vera. Segundo a especialista, esse comportamento não é permanente e costuma mudar até o primeiro ano de vida.

7.       A respiração está normal

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A respiração irregular dos bebês é uma das características que mais assusta mães de primeira viagem. “Eles mudam de um ritmo ofegante para um ritmo bastante devagar ao longo do dia, mas isso é completamente normal”, informa a pediatra Vera. Se perceber que a respiração está muito acelerada, tente acalmá-lo e deixá-lo mais à vontade. Nos primeiros meses de vida a criança está aprendendo tudo, até a controlar a respiração, então não há razão para se preocupar com isso.

Enxoval do bebê

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O post de hoje é para ajudar as futuras mamães. Colocamos aqui duas listas bem básicas, de inverno e de calor, para ajudar vocês a prepararem o enxoval do bebê recém-nascido (tamanho conhecido como RN ou PP) até ele ter, mais ou menos, 3 meses.
Levando em conta o clima do lugar onde você mora, assim como a época do ano em que seu filho vai nascer, apresentamos uma relação de itens mais quentinhos e uma outra relação de itens mais fresquinhos para dias e noites.
É claro que você precisa calcular de acordo com o mês do ano. Para quem mora em São Paulo, por exemplo, e vai ter bebê em agosto, o enxoval começa como de frio, mas precisa ter itens mais leves porque em outubro já vai estar mais quente. O mesmo, mas ao inverso, para bebês de março. Faça os cálculos de acordo com sua região.

Considere que os bebês nesses primeiros meses sujam muitas fraldas por dia e, frequentemente, as roupas também. Por outro lado, não adianta exagerar demais no número de peças muito sofisticadas, porque eles crescem rápido e acabam perdendo logo aqueles macacõezinhos tão lindos.
Na hora de trocar, fica bem mais fácil, tanto para o bebê como para quem troca, se a roupa não tiver de passar pela cabeça. Procure escolher roupas que tenham abertura na frente ou lateral, ou pelo menos com um botãozinho na gola para passar com mais facilidade. Para seu próprio conforto, evite peças com abertura nas costas, porque fica mais difícil segurar o bebê e fechar botõezinhos ao mesmo tempo.

Os especialistas não recomendam colocar cobertores ou mantas em crianças pequenas para dormir. Se o frio for intenso, vista seu filho “em camadas” e invista em pijamas mais quentes.

E, por fim, procure lavar todas as roupinhas com antecedência, sempre usando sabão neutro ou de coco, para não passar sufoco nas horas antes do parto.

Vamos às listas:

Itens essenciais para o enxoval de inverno

Os itens abaixo são uma quantidade mínima para ter trocas suficientes com conforto. Mas tudo depende da rotatividade da lavagem de roupa na sua casa. Se você não pode lavar várias vezes por semana e as roupas demoram a secar, talvez precise aumentar a quantidade.
Outra questão é o tamanho do bebê. Bebês que nascem pequenos (com 3 kg ou menos) usam bastante as roupinhas RN, por mais de um mês. Já bebês que nascem maiores (3,5 kg ou mais) usam roupas RN por cerca de 15 dias, ou até menos.
O enxoval já inclui as roupinhas necessárias para a mala da maternidade.

  • Roupa para “saída da maternidade”:deve ser confortável, agasalhada e bonita para estar nas fotos que serão guardadas para sempre
  • Body de manga comprida: 6 tamanho RN e 6 tamanho P
  • Body de manga curta:4 tamanho RN e 4 tamanho P
  • Calça tipo “mijão” ou culote, com elástico na cintura, com ou sem pé:6 tamanho RN e 6 tamanho P
  • Calça de moletom, legging ou jeans:4 tamanho P
  • Camiseta de manga comprida: 4 tamanho P
  • Macacão inteiro de manga comprida:5 a 7 tamanho RN e 5 a 7 tamanho P (é bom ter um ou dois mais fininhos, de malha, e os outros mais grossos, de plush, por exemplo)
  • Macacão sem enfeite nem capuz, simples, de tecido grosso, para dormir:3 tamanho RN e 3 tamanho P
  • Casaquinho de lã ou moletom grosso:4 tamanho RN e 4 tamanho P
  • Jaqueta com capuz:1 tamanho P
  • Meia:6 pares
  • Touquinha:2
  • Luva:2 pares, sem divisão de dedos
  • Manta de algodão:1
  • Xale de lã:2
  • Fralda de pano para usos variados:pelo menos 4
  • Paninho de boca:pelo menos 6
  • Toalha de banho com capuz:4
  • Lençol de baixo para berço com elástico:4

Itens essenciais para o enxoval de verão

  • 1 roupa para “saída da maternidade”:deve ser confortável, mais quentinha (mas sem exageros) e bonita para estar nas fotos que serão guardadas para sempre
  • Body de manga curta:6 tamanho RN e 6 tamanho P
  • Body de manga comprida:4 tamanho RN e 4 tamanho P
  • Calça tipo “mijão” ou culote com ou sem pé:6 tamanho RN e 6 tamanho P
  • Macaquinho ou jardineira curta para banho de sol:4 tamanho P
  • Macacão inteiro de manga comprida:5 tamanho RN e 6 tamanho P (é bom ter alguns mais fininhos, de malha ou algodão, e um ou dois mais grossos, de plush, por exemplo)
  • Camiseta:4 tamanho P
  • Calça de moletom, legging ou jeans:2 tamanho P
  • Casaquinho de lã, linha ou moletom grosso:2 tamanho RN e 2 tamanho P
  • Macacão de algodão simples, confortável, tipo pijama:2 tamanho RN e 2 tamanho P
  • Meia:6 pares
  • Chapéu para sol:2
  • Manta de algodão:2
  • Xale de lã:1
  • Fralda de pano para usos variados:Pelo menos 4
  • Paninho de boca:Pelo menos 6
  • Toalha de banho com capuz:3
  • Lençol de baixo com elástico, para berço:3

Fonte: Babycenter

Saiba lidar com a “adolescência dos bebês”

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Esse período ocorre entre um ano e meio e três anos e costuma deixar os pais de cabelo em pé. As características típicas são: teimosia, desobediência e choro fácil e podem ser resumidas em uma expressão de origem inglesa: terrible two (terríveis dois anos, na tradução literal). Os pais, de uma hora para a outra, veem seus filhos se atirando no chão cada vez que são contrariados.

Nessa fase a criança começa a exercitar sua autonomia e sua independência com relação aos pais. É a fase que os pais costumam chamar de “arte”. Os “arteiros” parecem não ter limites. Segundo especialistas, é na fase do terrible two que a curiosidade é praticamente uma regra para as crianças. É a vontade de descobrir o mundo que as torna um pouco mais desobedientes. Elas testam os pais e também a própria capacidade.

Por ser uma fase de muitas mudanças e certa rebeldia, o terrible two também é conhecido como a adolescência dos bebês e essa é a hora de exercer a paciência. Quando não conseguem aquilo que querem, os pequenos tendem a chorar, fazer birra e se atirar no chão. A recomendação, nesses momentos, é se afastar. Os pais têm de esperar a irritação passar. Não pode bater na criança no momento de desespero, porque é nessa fase que elas modelam o comportamento. Se os pais gritam, elas aprendem a gritar. Se batem, aprendem a bater.

Se a chegada de um irmãozinho se aproxima, a situação tende a piorar. Além de todas as rupturas que ocorrem no período – como deixar o uso das fraldas e da chupeta –, um novo bebê em casa faz com que as atenções não sejam voltadas apenas à criança. É importante que não haja comparação entre os filhos, ou com outras pessoas da família.

O segredo principal é priorizar o diálogo e supervisionar, sempre que possível, os momentos de descoberta. Afinal, a exploração de novos territórios e a conquista de independência faz parte do desenvolvimento dos “arteiros”.

Como lidar com o “terrible two”

  • Entenda que faz parte do desenvolvimento da criança. Não há nada de errado com ela.
  • Não supervalorize e nem superestime uma crise de birra. Na medida do possível, ignore e deixe que ela se acalme sozinha.
  • Explique que chorar não faz com que as coisas se resolvam. Nesse caso, é bom manter o diálogo: “Quando você parar de chorar, a gente conversa”.
  • Mantenha o controle. Durante a crise de birra, a criança não ouve.
  • Espere que ela se tranquilize sem sua ajuda. Caso estiverem em um lugar público e isso não for possível, abrace-a e tente distraí-la com outro assunto.
  • Dê limites sempre. O ideal é que a criança saiba a consequência que sofrerá se fizer algo de errado antes de ser punida.

Fonte: clicrbs.com.br