O pediatra: como escolher, quando ir e o que perguntar

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Antes mesmo do bebê nascer, a mãe já quer o melhor para o seu filho. Por isso, durante a gravidez começa a surgir a dúvida: como escolher o melhor pediatra para o meu bebê?

Há várias questões que devem ser consideradas no momento de decidir quem vai cuidar do seu bem mais precioso. A escolha do pediatra deve ser feita preferencialmente através de indicação profissional ou de amigos, entretanto, o pediatra que a sua amiga adora pode não ser tão bom para você. Os aspectos a serem analisados pelos pais devem ir além da empatia. Verifique se o profissional faz parte da Sociedade Brasileira de Pediatria, a disponibilidade dele, a forma de contato em situações emergenciais e tente conhecer um pouco sobre ele antes de decidir. Um fator importante também é a distância entre o consultório e sua casa.

O ideal é que a primeira consulta seja agendada ainda no final da gravidez, a partir de 32ª semana de gestação, para o pediatra e a mãe se conhecerem e interagirem com as dúvidas que surgem mesmo antes de o bebê nascer. Nesta consulta, é importante para o pediatra verificar alguma intercorrência na gravidez que possa influenciar a saúde da criança, através dos exames realizados no pré-natal, além de saber dos fatores emocionais envolvidos, se o bebê foi planejado e os seus medos e anseios em relação a maternidade. Você poderá solucionar as suas dúvidas sobre os tipos de parto, o que acontece com o bebê logo que nasce, amamentação, como se preparar para receber o seu filho em casa, entre outras questões. Enfim, esta primeira consulta serve para você criar confiança e se sentir segura com o pediatra que vai cuidar do seu filho.

Assim que você deixar a maternidade, agende a primeira consulta. O ideal é que seja feito entre o 5º e 10º dia de vida do bebê. Os pais devem levar para a primeira consulta os documentos que informam o histórico do bebê, como os exames e vacinas realizadas na maternidade. Durante o primeiro ano de vida as consultas devem ser mensais a fim de detectar precocemente qualquer alteração, já no segundo ano passam a ser trimestrais. Nesta consulta, o pediatra deve perguntar sobre o histórico de saúde dos familiares, da gestação, o contexto familiar, se primeiro filho, informar sobre os dados do parto, verificar o aspecto nutricional, a amamentação, o sono, as funções fisiológicas (diurese e evacuações), o cuidado com o coto umbilical, a carteira de vacina, o banho de sol, o suplemento vitamínico. No exame físico, devem-se avaliar as medidas antropométricas como peso, comprimento, circunferência cefálica, torácica e abdominal, avaliar cada segmento da criança, inclusive sem a fralda. São avaliados ainda o desenvolvimento emocional, comportamental e motor.

Em geral esta primeira consulta tem o objetivo de orientar e esclarecer dúvidas, e os pediatras aconselham que o pai também esteja presente na consulta.

Convém aos pais a anotar as dúvidas na agenda entre os intervalos das visitas. Dúvidas sobre dificuldades na amamentação, cólicas, icterícia, regurgitações, vômitos, sons e ruídos emitidos pelo bebê, soluços, características de fezes, higiene corporal, o banho de sol, vacinas, quantidade de roupas, controle de temperatura, além de temas de interesse particular de cada família podem ser solucionadas durante a consulta. Preparar essa lista garante que você volte para casa com todas as perguntas respondidas. Uma mãe bem informada deixa o consultório confiante. E uma boa relação com o seu pediatra é fundamental para a saúde e bem-estar do seu filho.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/

O que pode e o que não pode na gravidez – Parte I

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Toda mulher quando engravida fica com dúvidas se pode fazer certas coisas durante a gestação, para ajudar a esclarecer essas dúvidas, fizemos o post de hoje. Mas lembre-se: é sempre muito importante que você, mamãe, consulte o seu médico.

Semana que vem tem mais!

O que pode:

Depilação com cera

De acordo com o obstetra Eduardo Cordioli, Presidente da Comissão de Urgências em Obstetrícia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as gestantes estão liberadas, já que a depilação com cera não traz nenhum risco para o bebê.

Mas a depilação a laser deve ser evitada: “Recomendamos o tradicional, com cera morna. O uso do laser não foi testado de forma científica e, por isso, não liberamos”, explica Cícero Venneri Mathias, ginecologista da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp).

Ele alerta que a pele fica mais sensível durante este período. Portanto, é normal sentir um maior desconforto ao se depilar. “A região pélvica, por exemplo, pode ficar mais dolorida pelo afastamento dos ossos da bacia e a depilação da virilha pode doer um pouco mais”, diz. Por isso, o mais indicado é continuar com a depilação usual, à qual a gestante já está acostumada.
E a cera deve ser morna, não quente. A depiladora e esteticista Rosana Macedo, do Tez Esthétique et Coiffeur, em São Paulo, indica às grávidas o uso da cera de camomila, mais fina e mais delicada do que a normal. Além disso, a esteticista Ivanilda Alves da Silva, do Clinic Cabelo e Estética, de São Paulo, conta que as gestantes devem procurar uma esteticista profissional de confiança, para não haver desconforto além do esperado.

Pintar o cabelo e fazer luzes

Grávidas podem pintar o cabelo, mas só a partir da 12ª semana. As tinturas para cabelo e os tonalizantes são compostos por substâncias que podem ser absorvidas pelo organismo e provocar malformações no feto. “A partir da 12ª semana de gravidez as chances de malformação diminuem”, explica Roberto Eduardo Bittar, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP.

Mas, segundo o especialista, o ideal é optar pelas hennas durante toda a gestação, já que o produto não contém iodo, nem amônia na composição. “Na aplicação de outro produto, evite o contato com a raiz do cabelo, protegendo o couro cabeludo”, alerta. Cláudia Garcia Magalhães, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp) recomenda ainda que a gestante não prepare nem aplique a tintura em si mesma.

Já as luzes só estão liberadas se forem feitas com a técnica da touca e com água oxigenada. “Se for adicionado outro composto para melhorar a cor, o perigo será semelhante ao das tinturas”, alerta a dermatologista Aparecida Machado de Moraes, chefe da Dermatologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Cafeína

Grávidas podem ingerir cafeína, limitando-se entre 4 e 6 xícaras por dia.De acordo com a nutricionista da Universidade Federal de Pelotas, Carla Alberici Pastore, existem estudos que comprovam que o consumo de cafeína moderado não traz riscos ao bebê.

É bom lembrar que refrigerantes, chá preto e chocolates também contêm cafeína e devem entrar nessa conta diária. “A cafeína em quantidades elevadas – acima de 300mg ao dia – pode ser causa de abortamento, restrição de crescimento fetal e prematuridade”, explica o ginecologista e obstetra Roberto Eduardo Bittar, da Faculdade de Medicina da USP.

A nutricionista Rita Goulart, consultora técnica do Conselho Regional de Nutricionista em São Paulo e professora da Universidade São Judas Tadeu (SP), orienta as gestantes a abolirem o cafezinho após as principais refeições (almoço e jantar). “O café possui substâncias conhecidas como ‘antinutricionais’, que podem interferir de forma negativa na absorção de nutrientes importantes para a gestante”, explica. Isso sem contar que em um período em que enjoos e azia são comuns o café pode piorar o mal-estar gástrico.

Trabalhar até o final da gravidez

Grávidas podem trabalhar até o dia final da gestação, desde que sintam-se bem e sejam autorizadas pelo médico. Assim, a licença-maternidade fica reservada exclusivamente para o período de aleitamento. “É preciso particularizar cada situação, pois as profissões são muito diferentes em relação ao estresse físico e emocional que provocam e ao tipo de exposição a riscos”, explica Cláudia Garcia Magalhães, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp), que lembra ainda que é um direito da mulher pedir afastamento a partir da 32ª semana de gestação.

“Se durante o pré-natal for detectado algum problema como hipertensão ou diabetes, a gestante deve parar de trabalhar para cuidar com mais rigor da gravidez”, orienta a professora de educação física da Universidade de Pernambuco Denise Vancea.

Já o ginecologista Odair Albano dá uma dica importante para as gestantes que pretendem trabalhar durante toda gravidez: “sempre que possível alterne períodos de ficar sentada a períodos de movimento”. Ou seja, se você passa muito tempo em pé, deixe uma cadeira sempre à mão para descansar. Mas, se você passa muito tempo sentada, tire uns minutinhos para dar um volta e tomar um ar fresco.

Relações sexuais

Grávidas podem ter relações sexuais normalmente. O sexo está liberado durante todo o período da gravidez para as mulheres com gestação normal. “A gestante só deve evitar relações sexuais caso tenha algum problema específico, mediante orientação médica”, explica Cláudia Garcia Magalhães, ginecologista e obstetra da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp).

Algumas das complicações que podem comprometer a vida sexual durante a gravidez são: ameaça de abortamento, trabalho de parto prematuro, placenta baixa e o período final da gravidez, quando o colo do útero começa dilatar. Se houver cólicas ou sangramento, procure o obstetra pré-natalista antes de retomar as atividades sexuais.

Mas mesmo sem passar por uma gestação de risco, não são raras as mulheres que perdem um pouco da libido durante os primeiros meses da gravidez. Segundo Denise Coimbra, do serviço de reprodução humana da Escola Paulista de Medicina, um fato interessante é que as gestantes relatam queda no interesse sexual por ‘enjoo’ do marido, o que pode envolver também questões psicológicas por proteção ao feto.

Por isso, se perceber diminuição no desejo, fique tranquila. Tudo deve voltar ao normal em breve. “O retorno da libido ocorre no segundo trimestre e se manterá até o fim da gravidez”, explica a especialista, que destaca ainda o papel do companheiro neste momento. “É fundamental que a grávida não se sinta rejeitada pelo marido”. Com o decorrer da gestação provavelmente também será necessário adaptar as posições, para que a barriga não atrapalhe durante a relação.

O que não pode

Tatuagem

Não, a gestante não pode fazer tatuagem.Segundo o obstetra Eduardo Cordioli, Presidente da Comissão de Urgências em Obstetrícia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), durante a gravidez a cicatrização está exacerbada e o resultado estético da tatuagem pode não ser o esperado. Podem surgir quelóides e os melanócitos, células que dão pigmentos para a pele, não atuam como de habitual.

Além disso, o ginecologista Cícero Venneri Mathias, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp), aponta riscos caso a tatuagem não seja realizada corretamente: a agulha utilizada deve estar esterilizada, e, se a tatuagem não for feita em um lugar de confiança, a mãe corre riscos de contrair doenças como hepatite B e C, por exemplo.

A tatuadora Melissa Khouri, do estúdio de Tatuagem Tattoo You, em São Paulo, descarta estes riscos se a mãe procurar um estúdio profissional, com ambiente higienizado. Isso vale para todos, sejam grávidas ou não. No entanto, Melissa prefere não tatuar grávidas, assim como boa parte dos tatuadores, pois acredita que qualquer problema posterior poderá ser creditado à tatuagem. Portanto, é melhor esperar.

Blindagem capilar

É melhor evitar fazer blindagem capilar na gestação. Para Cícero Venneri Mathias, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp), tudo o que não for de costume da gestante deve ser evitado. A terapeuta capilar Sheila Bellotti, proprietária do Centro Capilar Sheila Bellotti, do Rio de Janeiro, também chama atenção para os cuidados deste momento. “Qualquer procedimento químico, por mais natural e inocente que seja, deverá ter a aprovação do médico responsável pela gestante”.

Segundo a obstetra Fabiane Sabbag Corrêa, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, é preciso lembrar que tratamentos como amaciamento e escova progressiva costumam ter formol. Por não haver estudos a respeito da blindagem capilar, a segurança do tratamento é duvidosa.

Cerveja Preta

Grávidas não podem beber cerveja preta para produzir leite. Todos os especialistas concordam que a afirmação de que beber cerveja preta aumenta a produção de leite não passa de um mito. “A produção do leite é natural. O que mantém a produção necessária é a sucção permanente do bebê”, explica o médico ginecologista e administrador em saúde pública Odair Albano.

Debora Rodrigueiro, professora do departamento de Morfologia e Patologia da PUC-SP, afirma que apesar de algumas marcas apresentarem teor alcoólico inferior ao da cerveja clara, isso não é desculpa para consumir a bebida durante a gestação. A regra é a mesma para o consumo de qualquer bebida alcoólica, lembrando dos riscos para a SAF (Síndrome Alcoólica Fetal).

Mas é indicado que a mulher que amamenta consuma bastante líquido. “Os líquidos ajudam na produção do leite, preferencialmente os líquidos nutritivos, como sucos de frutas naturais, leite e água”, afirma Rita Goulart, professora de nutrição da Universidade São Judas e consultora técnica do Conselho Regional de Nutricionista em São Paulo.

Peeling

Grávidas não podem fazer peeling com ácidos, já que as substâncias usadas neste tipo de tratamento podem ser absorvidas pela mãe e, pela corrente sanguínea, atingirem o feto provocando graves problemas. “A isotretinoína (substância usada no tratamento de acne severa) pode causar serio comprometimento no sistema nervoso e cardiovascular do feto, além de anomalias de crânio, face e orelhas”, alerta a geneticista Debora Rodrigueiro, professora do departamento de Morfologia e Patologia da PUC-SP.

A melhor maneira de evitar as manchas escuras que aparecem durante a gestação é usando filtro solar e reduzindo a exposição ao sol. “Além disso, muitas destas manchas tendem a diminuir ou até desaparecer com o término da influência dos hormônios da gravidez”, explica a dermatologista Aparecida Machado de Moraes, Chefe de Dermatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. “O mais adequado é que se trate as manchas e acnes depois da gestação. Isso trará melhores resultados, inclusive para as mães”, garante.

Comer por dois

Grávidas não podem “comer por dois”. Todos os especialistas entrevistados sobre esse assunto concordam que essa história é mito e pode, na verdade, prejudicar tanto a mãe como o bebê. A nutricionista Carla Alberice Pastore, da Universidade Federal de Pelotas (RS), explica que durante a gravidez, ao contrário do que se pensa, não é necessária tanta energia a mais.

“Nas primeiras doze semanas, não é necessário que a mãe ingira nada além do que quando não estava grávida”, garante. Segundo a especialista, a partir da 13ª semana, são necessárias apenas 300 calorias adicionais, valor que se mantém até o fim da gestação. “Isso equivale a 1 maçã média, 1 pão francês (50g) sem miolo e 1 e ½ copo de leite desnatado”, diz.

Técnica do Conselho Regional de Nutricionistas em São Paulo, Rita Goulart destaca pesquisas que apontam que filhos de gestantes que mantêm uma alimentação adequada adquirem o hábito de consumir alimentos saudáveis. “O contrário também é verdade. Ou seja, se a gestante consumir alimentação rica em gorduras, sal e açúcar, o filho também desenvolverá uma preferência por estes alimentos”, afirma.

Outras orientações importantes são: comer de 5 a 6 vezes por dia em pequenas quantidades e em intervalos de cerca de 4 horas, evitar alimentos hipercalóricos, excesso de gorduras e massa, dar preferência aos alimentos integrais, ingerir bastante fibra e quantidade adequada de líquidos. “O ganho de peso ideal durante a gestação deve ser de 6kg, mais 5% do peso inicial”, afirma o ginecologista e obstetra Odair Albano.

Fonte: delas.ig.com.br

As coisas que ninguém te contou sobre a maternidade – Parte I

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Contaremos os 20 segredos sobre a maternidade que você não vai encontrar nos livros sobre bebês.  Hoje iremos começar com os 10 primeiros, semana que vem tem mais!!

  1. Você vai apreciar mais os seus genes

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Se antes você não gostava de suas covinhas, agora que as vê no seu bebê – o mais lindo do mundo, com o sorriso mais bonito – você passa a ter certeza de que elas podem ser a sua melhor característica.

  1. Você descobrirá a cantora e dançarina que existe em você

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A vida se torna um musical quando você tem um bebê – você entoa uma canção quando está dando banho e alimentando. Afinal, você não se cansa daqueles sorrisos que vêm como recompensa. Também reescreve as letras de inúmeras canções só para incluir o nome do seu bebê. E suas danças engraçadas? Ele adora!

  1. Seu bichinho de estimação pode ficar enciumado

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Até o novo membro da família chegar, sua atenção era toda direcionada para o seu bichinho de estimação. Mas depois que seu filho nasceu, ele percebeu que os cafunés e carinhos não eram exclusivos dele e ficou enciumado. Isso é normal. Com o tempo seu pet vai se acostumar e vai perceber que, muito em breve, vai ser seu filho quem vai paparicá-lo.

  1. Sala organizada? Nem pensar

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Sua casa costumava ter todos os cômodos planejados e minuciosamente decorados. Depois da maternidade isso muda completamente. E os grandes e coloridos brinquedos passam a dominar o ambiente. Você também percebe o quão útil é ter um balanço ou assento inflável por perto. E sabe o que mais? É algo com que você não vai se importar.

  1. Você vai desejar um carro mais confortável

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Sua visão de passeio legal mudou definitivamente. Embora a ideia de comprar um carro espaçoso te faça sentir como se estivesse repetindo os hábitos dos seus pais, agora que você se vê com quantas coisas para carregar, um carro maior é uma boa opção.

  1. Vai descobrir que amamentar não é tão fácil

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Suas amigas vão te avisar, mas você não vai entender até que você mesma passe por isso. Pouca produção de leite, seios doloridos e mamadas fragmentadas são algumas das coisas que podem acontecer. Não tenha medo de pedir ou procurar ajuda.

  1. Você vai simpatizar com outros pais

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Se antes as famílias passavam despercebidas quando você andava na rua, agora que seu filho nasceu, você troca olhares com elas e sabe exatamente o que sentem.

  1. Você perde o medo de parecer ridícula

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Se algo fizer seu bebê feliz e confortável, você vai fazê-lo, não importa o quão tola você pareça. Mesmo que isso inclua imitar sons de macaco ou falar como um bebê.

  1. Seu abdômen não será mais o mesmo

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Não veja as fotos das celebridades de biquíni depois da gravidez. Mesmo se fizer pilates e outros exercícios, sua barriga de antes da gravidez foi deixada para trás. O mais importante é que você já não vai mais se importar tanto.

  1. Sua relação com a sogra vai mudar

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Você vai se surpreender ao descobrir que o bebê fornece um terreno comum. Vocês duas acham que ele é adorável! Talvez você também fique surpresa ao receber dela alguns conselhos sem julgamento ou elogios ao seu jeito de mãe, mesmo que ela não seja sua maior fã. Por outro lado, se você eram super próximas, pode surgir uma tensão inesperada. Ela pode te dar conselhos não solicitados. Se você está enfrentando conflitos relacionados do bebê com seu marido, ela provavelmente vai ficar do lado dele. Mantenha seus costumes, confie em seus instintos e sua relação com ela vai sobreviver.

Fonte: www.paisefilhos.com.br

 

 

Outubro Rosa 2015!

Mother breast feeding her infant

Estamos em Outubro, o mês da super feminina campanha “Outubro Rosa”.

E nós do blog Amor de Mãe e da marca Uau!Baby apoiamos a campanha!

Vamos entender melhor!

O movimento conhecido como “Outubro Rosa” é internacional. Seu nome remete à cor do laço rosa, que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. O movimento começou nos Estados Unidos, no século 20, quando a fundação Susan G Komem for the Cure lançou e distribuiu laços cor de rosa, num grande evento: a primeira Corrida pela Cura, que foi realizado em Nova York em 1990. Desde então, é promovido anualmente na cidade.

Em 1997, outras entidades americanas começaram a fomentar ações voltadas para a prevenção do câncer de mama, direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Visando sensibilizar a população, as cidades se enfeitavam com laços rosas, principalmente os locais públicos. Com o tempo, foram surgiram outras ações: corridas, desfiles de moda com mulheres que sobreviveram ao câncer de mama, partidas de boliche, entre muitos outros. Com o tempo, surgiu também a prática de iluminar prédios públicos, pontes, teatros e outros.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo, motivando e unindo os povos em torno dessa nobre causa.

No Brasil, a primeira iniciativa foi a iluminação em rosa do Monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista, mais conhecido como Obelisco do Ibirapuera, situado em São Paulo – SP, no dia 02 de Outubro de 2002, na comemoração dos 70 anos do Encerramento da Revolução. Aí começou uma história que a cada ano tem mais cidades, empresas e mulheres adeptas.

Hoje muitas empresas, escolas e ONGS oferecem palestras, colocam laços e iluminam de rosa seus prédios e muito mais.

Mas o principal objetivo dessa campanha é a prevenção. É incentivar o autoexame e o exame clínico, e caso seja encontrada alguma anomalia, a mamografia e a ultrassonografia são excelentes meios de detecção precoce desse câncer que, se detectado logo no início, tem alta chance de cura.

Quer participar? Previna-se e faça sempre o auto-exame e também coloque uma camiseta rosa, ou detalhes rosa no nosso vestuário, lembrando as outras mulheres sobre a prevenção!

Fontes:

http://www.outubrorosa.org.br/

http://www.prevencaodecancer.com.br/cancer-de-mama.html

 

Os bebês falam através de gestos!

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Seu bebê ainda não fala, mas com certeza ele consegue dizer muita coisa para você. Uma careta, uma mão ali, um pé para lá, os gestos que o seu bebê faz no dia a dia podem ter um significado por trás que vai muito além de brincadeiras. O importante é ficar atento em cada um deles, principalmente antes dele aprender a falar, já que é através do comportamento que ele mostrará suas vontades e se está feliz ou não.

Veja como entender os sinais mais comuns que eles nos passam:

Cabeçadas

Se ele estiver usando a cabeça como uma baqueta de bateria contra o berço, fique atenta, a motivação deles é achar que esse movimento o acalma. Não ignore, se a criança passa longos períodos do dia fazendo isso e não interage, leve-o ao pediatra para uma consulta.

Orelhas

Se seu bebê puxa as orelhas, na maioria das vezes quer dizer que ele acabou de descobrir que tem orelhas. É muito bom vê-los descobrindo as partes do próprio corpinho, mas fique atenda, alguns puxam as orelhas quando os primeiros dentes começam a nascer, caso essa seja a causa dos puxões, dê ao seu filho um mordedor para aliviar o desconforto.

Luta Livre

Seu bebê está com as mãos fechadinhas parecendo que quer lutar? Isso é bem comum em recém-nascidos, eles ficam assim a maior parte do tempo, já que o movimento das mãos e dos dedos requer um sistema nervoso mais avançado e uma função cerebral mais complexa que eles ainda não desenvolveram.

Eles começam a abrir as mãos com 8 semanas. Caso eles continuem a fechar as mãozinhas mesmo depois desse período, isso pode significar estresse ou fome. Então, caso ele faça isso com mais de 3 meses de vida, consulte o pediatra.

Barriguinha

Joelhos flexionados para cima podem ser sinal de desconforto intestinal, constipação ou gases. Se você perceber que são gases, coloque-o para arrotar depois de mamar, se perceber que é constipação, converse com o pediatra.

Arquear as costas

Se seu bebê joga as costas para trás quando está comendo e chora ou cospe a comida excessivamente, pode ser um sinal de refluxo e, até mesmo de refluxo gastroesofágico. Esse segundo caso é uma condição em que o ácido do estômago irrita o esôfago e causa uma tentativa de se livrar do desconforto. Se não tem a ver com comida, ele pode estar arqueando as costas apenas para sinalizar frustração, e precisa de um conforto melhor.

Voando

Seu bebê abre os bracinhos e fica com eles assim? Eles fazem isso quando sentem falta de um suporte, ou acham que vão cair. Costuma desaparecer depois dos 3 ou 4 meses de idade. Até lá, principalmente na hora de coloca-lo para dormir, você pode usar um swaddle e deixa-lo com a sensação de mais segurança.