11 Ideias para curtir as férias de um jeito gostoso e sem gastar muito!

Vamos colocar aqui ideias de brincadeiras que exijam apenas materiais simples ou improvisados, mas que animem o dia e façam o tempo passar depressa.

Além de animar as férias, as brincadeiras aproximam pais e filhos, fortalecendo a cumplicidade.

Veja nossa lista e comece a curtir as férias em família!

1. Livros:

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Estipule uma hora da leitura, você ou seu filho escolhe um conto ou uma poesia para ler um para o outro.

2. Culinária:

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Escolha uma receita simples e faça junto com seu filho. É gostoso, divertido e o tempo passa rapidinho.

3. Bolinhas de sabão:

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Tem coisa mais simples e gostosa? Misture água e detergente em um copinho, corte a parte de cima de algum potinho de plástico redondo (como o de iogurte), cole uma vareta e pronto: basta colocar o anel na água com sabão e soprar.

4. Piquenique:

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Monte uma cesta caprichada com lanchinhos gostosos e saudáveis e leve toda a família para ir ao parque.

5. Acampamento:

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Espalhe colchões e cobertores e junte todos na sala para dormir, a mudança na rotina já vira brincadeira.

6. Cineminha:

Two children watching a movie with their mom and eating popcorn on a couch.

Que tal ver um filminho gostoso juntos no sofá com pipoca?

7. Cabaninha:

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Estenda cobertores e lençóis sobre as cadeiras, elas vão virar cabaninhas para várias brincadeiras.

8. Dobraduras:

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Papéis velhos e tesoura garantem a diversão. O link: http://abr.io/2KCx traz ótimas ideias.

9. Colagem:

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Junte revistas, retalhos, cola e tesoura e deixe as crianças criarem. Depois faça uma exposição.

10. Teatro de fantoche:

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Use bonecos de pano para contar historinhas e divertir a criançada com vozes engraçadas

11. Colorir:

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Use o que tiver em casa. Lápis colorido, giz de cera, guache e algumas folhas de papel.

Curiosidades sobre os bebês – parte 2

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Semana passada fizemos um post com 6 coisas curiosas sobre os bebês, hoje iremos postar mais 6.

Lembrando que a matéria é da Revista Super Interessante, de 2012 e o texto é da Gisela Blanco.

Confira:

  1. Por que crianças gostam de desenhos animados?

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Provavelmente porque eles não seguem a realidade nem as leis da física. Prato cheio para quem está desenvolvendo uma percepção do mundo e como as coisas funcionam. “E por serem histórias com uma estrutura narrativa curta e rápida, cheias de movimento. Diferente dos adultos, que acostumam apreciar histórias e personagens mais complexos”, diz a psicóloga Isabel Marim, da PUC-SP. O que não quer dizer que você não possa assistir também, tá?

  1. Por que alguns bebês nascem loiros e seu cabelo escurece depois?

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Porque, quando jovens, temos uma quantidade menor de melanócitos, as células que produzem a melanina, nossa pigmentação natural. Mas à medida que as crianças crescem e se expõem ao sol, aumenta a produção dessas cédulas, e a cor do cabelo pode mudar. O mesmo com olhos, que podem ser azulados até o fim do primeiro ano por causa da pouca pigmentação na íris.

  1. Como recém-nascidos abandonados conseguem sobreviver sozinhos?

Graças a uma reserva de glicose que guardam desde o útero da mãe. Em casos extremos, podem ficar cerca de uma semana sem alimentos ou água. Como os chamados “bebês milagrosos” na Cidade do México: 12 recém-nascidos que sobreviveram sozinhos sob ruínas de um hospital depois do terremoto de 1985. Infelizmente, a maioria não tem tanta sorte. “Só 24 horas sem cuidados já é o bastante para que o bebê sofra uma crise convulsiva por falta de glicose, principal combustível para o cérebro”, afirma o neonatologista Ernani Miura, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

  1. Porque babam tanto?

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A partir dos três meses de vida, a glândula parótida, que produz a saliva, começa a operar a pleno vapor. Só que a o bebê ainda não sabe que deve engolir a saliva em excesso. Para complicar, ainda não controla totalmente os músculos do rosto que precisaria usar. Acrescente aí o doloroso nascimento de dentes que começa por volta dos seis meses – mais um estímulo para a salivação -, e você já pode prever o resultado: baba, baby.

  1. O que acontece se consumirem álcool?

Que faz mal, você já sabe. Eis aqui exatamente o porquê: quando bebemos, para que o etanol – principal molécula do álcool – chegue até a corrente sanguínea, precisa enfrentar uma espécie de muro chamado barreira hematoencefálica, células do próprio tecido nervoso que vão dificultar a penetração. Nas crianças, ela é mais frágil, por isso as moléculas de etanol conseguem pegar carona no sangue e chegar mais facilmente ao cérebro. Uma vez lá, alteram a química do sistema nervoso e podem danificar várias partes da cabecinha, atrapalhando para sempre algumas funções. É claro que tudo depende da quantidade de álcool e da idade da criança – quanto mais jovem, pior -, mas os danos costumam ser irreversíveis. “Se a lesão for no hipocampo, por exemplo, que é uma região mais frágil, pode alterar áreas responsáveis pelo comportamento e pela memória”, afirma Luís Fernando Tirapelli, cirurgião e professor de anatomia da USP.

  1. Por que demoram tanto para parar de usar fraldas?

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Durante o primeiro ano de vida, o bebê faz cocô automaticamente quando sente um aumento de pressão no intestino. É uma ação reflexiva, que não pode ser controlada, mesmo que ele queira que os pais tentem ensinar. Isso porque o sistema nervoso ainda não é capaz de dominar os movimentos do esfíncter – o músculo que ajuda a segurar quando bate aquela vontade. O mesmo para o xixi: quem fecha a torneirinha é o esfíncter da uretra. O que só acontece quando a criança atinge entre um ano e meio e dois. Mesmo assim, ainda pode demorar alguns meses para que o bebê conquiste autonomia nesse departamento o dê adeus de vez às fraldas.

A evolução dos bebês!

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Os pais ficam loucos por novidades, mas não adianta apressar os passos dos bebês. Cada nova habilidade é o aperfeiçoamento de uma anterior ou a combinação de outras já aprendidas. Segue uma sequência predeterminada porque quem comanda esse espetáculo é o cérebro, e seu amadurecimento se dá em etapas.

Acompanhe a seguir a evolução nos 6 primeiros meses, semana que vem iremos postar do 7º ao 12º mês.

1º Mês

Assim como fazia dentro do útero, o bebê tende a manter os braços e pernas encolhidos e próximos ao corpo. É comum os membros tremerem quando o bebê chora ou fica incomodado.

Os olhos costumam ser azul-acinzentados, não focalizam muito bem, e podem parecer estrábicos, mas a criança distingue formas simples e cores. A cerca de 25 cm da face, ou seja, também durante a amamentação, o bebê consegue distinguir o rosto da mãe.

Em geral, dormem a maior parte do tempo, só acordando para as mamadas, que ocorrem, normalmente, a cada 3 ou 4 horas. É no primeiro mês que, dependendo da alimentação e do peso inicial, o bebê ganha entre 453 g e 907 g.

2º Mês

O campo de visão está maior e o bebê consegue fixar e seguir pessoas e objetos com os olhos. A partir de agora, o bebê vai reagir aos estímulos visuais e táteis com sorrisos, já virando motivo de diversão entre a família.

Desde o nascimentos, ele reconhece a voz da mãe, e entre 2 e 3 meses, sons como “muh”, “daa” e “ohoh serão repetidos diversas vezes.

Entre os 2 e 4 meses de vida há maior incidência da síndrome da morte súbita do lactante. Por isso, tenha mais atenção com a posição de dormir, que deve ser sempre de barriga para cima; a firmeza de travesseiros e colchões, que não devem ser muito macios; agasalhar mais do que necessário, para não superaquecer o bebê; e exposição ao cigarro: esses são fatores de risco.

3º Mês

Já é possível segurar o bebê com mais frequência e coloca-lo sentado: a postura será mais ereta e confiante nesta fase, assim como a firmeza da cabeça. Em conjunto com a visão e a audição, mordidas e lambidas são os métodos de exploração mais usados nesta fase. Portanto, móbile de berço, caixa de música, mordedores e brinquedos para usar no banho são ótimas opções de presentes.

Mesmo com movimentos descoordenados de braços e pernas, ele consegue se movimentar pelo chão e é, a partir daí, que os primeiros movimentos do engatinhar vão surgindo. Se ele nasceu careca ou os primeiros cabelos logo caíram, provavelmente começam a nascer novos fios.

Pais e mães dizem que os 3 meses são um divisor de águas na relação como o bebê: você o entende melhor e, por conta da linguagem corporal mais expressiva, ele já começa a te dar sinais de quando gosta ou não de algo.

4º Mês

Eles têm atividades motoras mais evoluídas e já passam a procurar, escolher e manipular objetos com mais firmeza. Conseguem se virar sozinhos no berço e começam a ficar sentados, mas vão precisar da sua ajuda para manter-se na posição. Nesta fase, o aumento é entre 400g a 600g de peso, e cerca de 2cm na estatura, por mês. O bebê já não dorme tanto quanto antes durante o dia, apenas 13 ou 14h, na maioria das vezes, à noite. Os sons vocálicos darão lugar aos consonantais e “ba”, “ga” e “da” serão as sílabas do momento.

Os olhos assumiram a cor definitiva. Os reflexos muito fortes meses atrás, como o de que fazia com que o bebê segurasse com força objetos (e seu dedo) na palma da mãe involuntariamente, não acontecem mais. Agora, ele já escolhe quando quer prender e soltar algo.

5º Mês

Mais do que nunca, seu bebê vai passar a colocar tudo na boa. A habilidade de se movimentar e explorar lugares antes inacessíveis da casa são o impulso à curiosidade de tocar objetos perigosos. É preciso ter atenção redobrada.

Algumas coisas das mais simples fascinam os bebês nesta fase, além de brinquedos chamativos: espelhos, luzes, mãos e cabelos. Basta ver sua imagem refletida num espelho que a alegria está garantida. No entanto, o desenvolvimento de emoções complexas da área sócio-emocional do bebê começa a despertar medo, curiosidade, alegria, raiva e outros estados de espírito.

6º Mês

O nascimento dos primeiros dentes acontece aos 6 meses de vida, mesmo que também seja comum isso acontecer em algumas crianças a partir dos 3 meses. Agora, ele começa a se sentar sozinho, por alguns instantes, e a treinar os primeiros movimentos para engatinhar. Quando segurados em pé, sustenta um pouco do peso e flexiona os joelhos para simular movimentos de pulos.

A evolução da linguagem permite que a criança produza consoante-vogal como “papa”, “mama” e “baba” e será nesta fase que as mamães serão mais felizes: o bebê acorda mais bem disposto, alegre e sorri com facilidade. O bebê é capaz de sincronizar os balbucios com a fala, como se estivesse conversando sozinho, ou com você. Em média, a menina de 6 meses mede 65cm e pesa 7,2Kg enquanto os meninos têm 67cm e 7,8Kg.

Está na hora de introduzir novos alimentos ao bebê: apresente um novo sabor de fruta, legume ou verdura a cada 3 a 7 dias, para que ele possa identificar os diferentes sabores. Em média, o bebê precisa ser exposto a um novo alimento de 8 a 10 vezes para que o aceite bem. Prefira suco e papas de frutas amassadas com garfo e entregues com colher, além de purês e outros alimentos amassados ou semissólidos.

Curiosidades sobre os bebês – parte 1

Infant Playing with Feet --- Image by © Jamie Grill/Corbis

Em 2012, A Revista Super Interessante fez uma edição especial falando como funcionam os bebês. Achamos um parte bem interessante para compartilhar com vocês: 18 respostas sobre coisas curiosas do bebê.

Vamos dividir em 3 posts, um por semana. O texto é de Gisela Blanco.

Segue as 6 primeiras curiosidades:

  1. Porque eles choram tão alto?

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Por dois motivos: dor e medo. Ao nascer, os filhotes de mamíferos encaram um doloroso desafio: passar da respiração líquida, através do cordão umbilical, para pulmonar. E o medo que vem com estímulos desconhecidos, como a luz e o frio. A frequência média do choro dos bebês pode chegar a 110 decibéis, tão alto quanto uma buzina de carro e quase o dobro do barulho de um aspirador de pó (cerca de 60db). Tão alto que em apenas 30 minutos já pode causar danos à audição de um adulto.

  1. Quando desenvolvem noção de tempo?

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As crianças demoram até por volta dos 4 anos de idade para ganhar essa percepção bem definida de ontem, hoje e amanhã que você tem. Mas não que eles nasçam sem memória. Desde os primeiros meses de vida, já têm memórias de reconhecimento social: aquela capacidade de identificar pessoas de objetos já vistos antes, como o rosto da mãe ou da Galinha Pintadinha. Também podem reconhecer vozes e sons que já ouviam desde o útero. Entre seis meses e um ano, desenvolvem a memória de curto prazo, que permite lembrar de fatos que aconteceram em um breve espaço de tempo – como quando ele tentava engatinhar e caía. Podem até se lembrar e imitar aquela careta que você fez uma semana atrás. Já a memória de longo prazo, que vai reter informações mais complexas, como nome de objetos e onde fica seu quarto, só começa a ser construída depois do primeiro ano. É quando regiões do cérebro responsáveis por elas, como o hipocampo, começam a amadurecer.

  1. Por que são tão fofos?

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Aquelas características que te fazem querer apertar um bebê são comuns a todos os mamíferos. As feições arredondadas e a maior distribuição de gordura corporal são símbolos que ajudam os adultos a reconhecer institivamente que aquele ser é um filhote, incapaz de fazer-lhes mal, e que precisa de proteção. Confesse: você cairia na dele direitinho.

  1. O que diabos é o Attachment Parenting?

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A atriz January Jones, do seriado Mad Man, comeu a placenta depois do parto. Mayim Bialik, de The Big Bang Theory, amamenta o filho de três anos. Angelina Jolie dorme com suas seis crianças na mesma cama. Em comum, as notícias apontavam a mesma filosofia – o tal Attachment Parenting, um método de criação de filhos, chamado em português de “criação com apego”. Proposta em 1951 pelo psiquiatra John Bowlby, se baseia na hipótese de que os laços com os pais nos primeiros anos têm influência por toda a vida. Uma criança que cresce sem esse contato próximo teria mais tendência à depressão e dificuldades de relacionamento. Antes de ganhar suas vertentes mais radicais e atingir o mundo das celebridades, a teoria ajudou a derrubar teses como a de que deixar a criança chorando sozinha a tornaria mais independente e de que o recém-nascido não deveria ficar no mesmo quarto de hospital que a mãe.

  1. Como enxergam quando nascem?

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Apenas claro ou escuro, borrões de luz ou tons de cinza: é assim que o recém-nascido vê o mundo. Ao contrário de outros mamíferos, como os cães, que nascem completamente cegos, nossos filhotes chegam com os olhos bem abertos. Mas, no início da vida, são incapazes de reconhecer formas porque ainda não há memória na retina. É como se eles viessem com um filme em branco na cabeça, que precisa ser preenchido aos poucos. Ao final do primeiro mês de vida, já conseguem distinguir o rosto da mãe e acompanhar o movimento de objetos. A partir dessa época, também já podem distinguir cores primárias – vermelho, verde e azul.

  1. O que é a síndrome da morte súbita?

Nessa síndrome de nome assustador, o bebê simplesmente para de respirar no berço. Apesar de ser a principal causa de morte em bebês de menos de um ano, os médicos ainda não sabem exatamente por que ela acontece. Suspeitam que o cérebro da criança ainda seja imaturo para perceber condições respiratórias ruins ou de um problema cardíaco não detectado. Mas já sabem como evita-la: colocar o bebê para dormir de costas, usar colchões firmes e lençóis sempre presos ao colchão e não fumar perto do bebê. E tem mais: a famigerada chupeta, apesar de controversa, também ajuda na prevenção.

( Esse material pertence à Revista Super Interessante, da Editora Abril S.A)

Esperamos que tenham gostado! Semana que vem tem mais!

As fases do ciclo menstrual e suas chances de engravidar!

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Se você e seu parceiro decidiram ter um bebê, saber o tempo certo é muito importante.

Para aumentar suas possibilidades aproveite os períodos de maior fertilidade do seu ciclo, confira como cada fase influencia seu organismo:

Fase 1: Sua menstruação

A menstruação é o desprendimento do endométrio, a membrana interna do útero, que acontece mensalmente. Para a maioria das mulheres, dura de três a sete dias. No terceiro dia, os níveis de progesterona e estrogênio estão no pico, trabalhando para reconstruir o endométrio.

Por volta do quarto dia, o amadurecimento do folículo também tem um pequeno aumento. Isso significa que os ovários começam a se preparar para soltar os óvulos. A menos que você tenha uma ovulação precoce (o tempo médio é de 14 dias antes da menstruação), há poucas chances de os espermatozoides encontrarem algum óvulo durante este período.

Suas chances de engravidar: Quase nulas. Não é prejudicial para ter relações sexuais e algumas mulheres consideram uma boa hora para tomar um fôlego das tentativas de ter um bebê.

Fase 2: Pré-ovulação

O recomendado é ter relações sexuais frequentes, duas ou três vezes por semana, a cada dois dias, se possível – assim que você parar de menstruar, para cobrir sua janela de pré-ovulação. O motivo é que por volta do sétimo dia do seu ciclo, você pode notar um corrimento vaginal um pouco mais elástico. Dentro de alguns dias, ele vai ficar mais branco e consistente, um indicio de que sua fertilidade está retornando. Isso não significa que o óvulo já foi liberado, mas é um indicador de que a ovulação está a caminho e o muco cervical é um ambiente amigável para o esperma.

Lembre-se: os espermatozoides podem sobreviver até cinco dias no muco cervical.

Suas chances de engravidar: Boas. O óvulo tecnicamente ainda não foi liberado, mas você vai querer intensificar sua rotina sexual, no caso de você ovular antes do planejado.

Fase3: Ovulação

Essa fase é o horário nobre da concepção. Não importa quando tempo dure sua menstruação, a ovulação geralmente começa cerca de 14 dias antes da próxima. Durante este período, sua temperatura corporal aumenta mais ou menos meio grau. Mas tenha em mente que isso ocorre enquanto você já está ovulando, e pode ser tarde demais.

Outro bom indicador de fertilidade é a mudança na consistência do seu muco cervical. Você vai notar que o corrimento vaginal vai aumentar em quantidade e vai ter consistência de uma clara de ovo, sinalizando que é o momento certo.

Suas chances de engravidar: Altas, se você tiver relação sexual dentro do período de 36 horas. Óvulos não duram mais do que 12 horas. De fato, é melhor que os espermatozoides encontrem os óvulos entre quatro e seis horas depois de liberados. Dados apontam que fazer sexo a cada dois dias é tão eficiente quanto todo dia, então você não precisa enlouquecer se preocupando com isso a todo instante (a menos que realmente queira!).

Fase 4: Pós-ovulação

A última etapa do ciclo menstrual, também conhecida como fase lútea, dura no mínimo 12 dias e no máximo 16. A progesterona começa a aumentar, sinalizando que os ovários não precisam liberar mais óvulos. Seu muco cervical vai secar e evitar que o esperma entre no útero.

Demora cerca de seis dias para um óvulo fertilizado viajar até o útero. Se ele for implantado em seu endométrio, você vai começar a ver o aumento do HCG, medido por testes de farmácia, dentro de uma semana.

Suas chances de engravidar: Baixas. Uma vez que o óvulo se foi, não há muito o que fazer até o próximo mês. Mas com certeza não há problema em ter relações sexuais se você estiver no clima.