15 Aplicativos que facilitam a vida das mamãe

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Ser mãe é maravilhoso, mas não é fácil. O dia a dia é muito corrido, são muitas tarefas para fazer. A vantagem de hoje é que temos a tecnologia ao nosso lado. Ela é uma grande aliada e pode ajudar a facilitar várias coisas na vida, inclusive na das mamães.

Existem vários aplicativos feitos especialmente para as mamães que auxiliam em momentos importantes da maternidade.

Colocamos aqui os 15 melhores, confiram:

Para a gravidez

  1. Gravidez Semana a Semana

Este é um app da Bayer que apresenta detalhes do desenvolvimento do bebê semana a semana por meio de animações e com narração em português. Assim, as mães podem entender e acompanhar todo o processo da gravidez.

Disponível para iOS.

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  1. Contraction Master

Com este app é possível cronometrar a intensidade e o tempo de cada contração. Ele avisa a hora de ir para o hospital e disponibiliza um botão para avisar o médico!

Disponível para iOS e Android.

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  1. Hello! Baby

Querem saber como está o desenvolvimento de seus bebês e dar uma suavizada na ansiedade? Este app simula em 3D o crescimento de seus filhos, baseado nas semanas de gravidez.

Disponível para iOS e Android.

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Para amamentação

  1. Aleitamento

Registrem a hora em que o bebê mamou, em qual peito, e por quanto tempo. Assim é mais fácil de manter o controle sobre a amamentação, já que os primeiros meses são uma loucura! Ele só está disponível para iOS, mas para quem tem Android, use o aplicativo Amamentação, que tem a mesma proposta.

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Para agenda e lembretes

  1. Cozi Family Organizer

Quando nos tornamos mães, surge uma enxurrada de compromissos: consultas com o pediatra, muitos exames… É bem corrido e difícil de se organizar. Com esse app, todos da família podem ver os compromissos da mãe e também editar e acrescentar informações. De quebra, é possível fazer listas de supermercado, coisas para fazer… Assim, quem sabe, os outros membros da família podem dar uma mãozinha!

Disponível para iOS Android.

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  1. Bebê Conecta

Esse app ajuda na tarefa, funcionando como uma agenda para controlar a rotina do bebê, marcando o dia das consultas, das vacinas e muito mais. E ainda dá para compartilhar tudo isso com o celular do pai, da avó, da babá, do pediatra e de quem mais vocês precisarem!

Disponível para iOS Android.

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Para vacinas e remédios

  1. Hora do Remédio

Ficar confusa na hora de medicar o bebê é algo que realmente não pode acontecer! É bom ter um aplicativo que nos lembre qual remédio e a hora certa de ministrá-lo para a criança. Ele avisa também quantos dias faltam para parar com o tratamento e se a caixa de remédios está acabando.

Disponível para iOS Android.

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  1. Vacinação em dia

Gerenciem a carteira de vacinação do bebê (e a da família toda!) usando seu smartphones com esse app do Ministério da Saúde. Além de vocês poderem marcar as doses já tomadas, ele oferece os registros das vacinas que o SUS disponibiliza e avisa sobre campanhas sazonais!

Disponível para iOS e Android.

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Para fazer o bebê dormir

  1. Boa noitinha

Perfeito para o ritual de dormir! No app, a criança põe todos os animaizinhos na cama e apaga a luz da casa. Ver todos eles em suas caminhas indo dormir é uma forma divertida e gostosa de preparar os pequenos para pegar no sono. Este app venceu o prêmio da Apple de “Aplicativo do Ano”. Indicado para crianças de 1 a 4 anos.

Disponível no iOS e no Android.

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  1. Canção de Ninar para os Bebês

Este app tem duas funções: acalmar o bebê e ajudá-lo a dormir em ambientes diferentes. Tem 5 opções de músicas relaxantes e os pais podem ativar um temporizador, definindo a hora que a música pode parar.

Disponível para Android.

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Para registros e arquivos

  1. Artkive

Não sabe onde guardar tantos trabalhos e desenhos dos seus filhos? Com o Artkive é possível criar perfis diferentes para cada filho e armazenar fotos dos desenhos por idade dos pequenos. E ainda dá para compartilhar essas fotos com pessoas selecionadas!

Disponível para iOS Android.

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  1. BeeBaby

Esse app possibilita registrar todos os principais momentos da vida das crianças! Ele dá mais de 300 opções de acontecimentos para marcar uma foto, como “Primeira papinha”, “Primeiro dia na escolinha”, armazenando data e local da imagem. Apaixonante para ficar vendo e revendo as etapas do crescimento dos pequenos!

Disponível para iOS.

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Para babá eletrônica

  1. iSitter

Com dois dispositivos iOS (IPhones, IPods, IPodTouch) dá para ter uma babá eletrônica de vídeo! Coloque um dispositivo ao lado do bebê e o outro fica com você. O bluetooth deve estar ativado e o Wi-Fi ou 3G funcionando em ambos os aparelhos. Ótimo para uma emergência!

Disponível para iOS.

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Para lazer com as crianças

  1. Mom Maps

Este é o Google Maps das mães! Com ele, vocês veem, por exemplo, o playground ou o parque mais próximo, um restaurante bom para levar as crianças, e ainda podem ver as opiniões das mães que frequentaram os locais. Demais!

Disponível para iOS Android.

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Para dar uma mãozinha

  1. Cry Translator

O aplicativo analisa o choro do bebê e diz se é sono, irritação, estresse ou aborrecimento. É bom para confirmar a nossa “suspeita” de mãe. Ele ainda dá dicas do que fazer para acalmar o bebê em cada caso!

Disponível para iOS.

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Fontes: Baby Center, MdeMulher, Roteiro Baby

Como montar minha farmacinha caseira

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Você não precisa ter exatamente um kit, daqueles comprados prontos, mas é bom manter sempre em casa uma série de remédios básicos.

Não é necessário um estojo especial para guardar os remédios e materiais, mas é útil ter uma bolsinha que facilite a organização e o transporte no caso de você viajar ou passar o dia fora.

A farmacinha precisa ficar longe do alcance do bebê e de outras crianças da casa.

Números de emergência

Um dos itens mais importantes além da farmacinha doméstica é a lista de telefones de emergência. Tenha duas cópias: uma num lugar bem visível da casa, como a porta da geladeira, por exemplo, e outra dentro da sua carteira. A lista de números deve ter:

  • Telefones do pediatra (consultório e celular, se possível)
  • Número da carteirinha do plano de saúde do bebê
  • Endereço do hospital mais próximo
  • Nomes e telefones de dois vizinhos ou familiares que morem perto (para o caso de você precisar de ajuda, como tomar conta de um dos filhos ou uma carona até o hospital).
  • Números de emergência (Bombeiros, informações sobre intoxicação, etc).

O que sua farmacinha deve ter

Veja algumas sugestões para compor sua farmácia doméstica:

  • Termômetro
  • Analgésico/antitérmico líquido ou em gotas. Já pergunte na consulta de rotina com o pediatra qual tipo usar, qual a dose e em que situações você pode dar esses medicamentos à criança. Deixe o remédio sempre fora do alcance das crianças, e verifique regularmente o prazo de validade.
  • Medicação para náusea e vômitos. Só dê esse tipo de remédio sob prescrição e orientação médica
  • Colher medidora para preparar soro caseiro ou soro em pó (procure em farmácias ou postos de saúde).
  • Loção ou creme para picadas de inseto ou queimaduras de sol, recomendados pelo pediatra para a idade do seu filho. Lembre-se de que crianças de menos de 2 anos não podem usar produtos que contenham cânfora, ingrediente comum nesse tipo de loção ou pomada.
  • Líquido bactericida (por exemplo os à base de clorexidina) ou água oxigenada para limpeza de cortes e machucados.
  • Curativos adesivos para machucados.
  • Embalagens pequenas de compressas de gaze.
  • Um rolo de atadura de gaze.
  • Um rolo de esparadrapo antialérgico ou fita microporo.
  • Uma tesoura afiada para cortar a gaze.
  • Pinça para retirar ferrões ou farpas.
  • Soro fisiológico
  • Solução nasal à base de cloreto de sódio e sem conservantes.
  • Protetor solar infantil (não recomendado para bebês com menos de 6 meses).
  • Repelente de insetos infantil (consultar o pediatra para saber a partir de que idade usar).
  • Seringa, conta-gotas, colher ou copinho com medição para administrar remédios para crianças.
  • Se seu filho tem asma ou é alérgico a insetos ou a alimentos como amendoim, castanhas ou frutos do mar, é muito importante carregar sempre com você o remédio receitado pelo médico para o caso de emergência, e manter outra caixa na sua farmácia doméstica.

Verifique com frequência o prazo de validade. Converse detalhadamente com o pediatra para saber qual remédio usar em cada tipo de situação.

Outros medicamentos: pergunte ao pediatra se ele recomenda algum medicamento específico para você ter em casa. Alguns médicos orientam famílias a manter em casa supositórios de antitérmico, para febres muito altas em que a criança esteja vomitando, por exemplo.

Um remédio antigases como a simeticona também pode ser útil numa dor de barriga no meio da madrugada.

Preciso ter mais de um kit de remédios?

Depende do seu estilo de vida. Se você sai muito com seu filho e passa o dia todo fora, por exemplo, pode querer ter uma “minifarmácia” na bolsa do bebê.
Dá para montar um segundo kit na casa dos avós, por exemplo, ou numa casa de lazer, como sítio ou praia. Não se esqueça de deixar tudo longe das mãozinhas curiosas e sempre em um local bem ventilado.

Fonte: BabyCenter

Já ouviu falar sobre Exterogestação?

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Segundo algumas teorias, a gestação não acaba quando o bebê nasce. Existe um período de transição entre a vida uterina e o meio externo.

O bebê precisa de um tempo para se adaptar à nova realidade, a vida extrauterina. A temperatura, os barulhos, a claridade e até o espaço são diferentes. Ele agora tem muito espaço.

A exterogestação compreende esse período de transição com técnicas que podemos utilizar para transformar esse processo o mais agradável e menos traumático possível. Seria como o quarto trimestre da gestação.

Um dos métodos é o banho de balde que reproduz o meio uterino, é apertadinho e com água morninha, ou seja, os bebês se sentem “em casa”.

O Sling também é um método ótimo, ele reproduz o balançar que o bebê sentia no útero, tem o toque direto com a pele da mãe, o calor e tudo mais que essa técnica proporciona para as mães e os bebês. É por isso que a maioria dos bebês se sentem acolhidos e ficam calmos durante o período em que estão no sling.

Para a hora do sono, a melhor técnica é fazer o “casulinho” com um cueiro-swaddle, o bebê vai se sentir protegido, pois  permite que ele não tenha espasmos, que levam os bebês a acordarem do soninho. Isso prolonga o período de sono e bebês descansados são mais felizes.

Outra técnica legal para essa hora é a do “ninho”, em que fazemos um barreira de contenção com toalhas, formando um ninho dentro do berço. Assim, ele não se sente abandonado em um espaço enorme.

Dentre as teorias e técnicas estão massagens, posições para a hora do sono, o aleitamento por livre demanda, sons familiares ao bebê e muito mais.

E você, usa ou já usou alguma das técnicas da exterogestação?

Fonte: http://disneybabble.uol.com.br

Você pode encontrar sling e cueiro-swaddle na Uau!Baby

Dicas e cuidados com o bebê desde o nascimento até o aniversário de 1 ano

No post de hoje iremos do recém-nascido aos 3 meses. Semana que vem tem mais!

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Mamar, dormir, chorar

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Nesse comecinho de vida a visão é o menos desenvolvido dos cinco sentidos do bebê, afinal, ela não foi exigida durante o período da gestação. Ele enxerga tudo embaçado e não distingue o contorno do rosto da mãe ou de objetos distantes, pois é míope. Seu olhar é atraído apenas por cores e movimentos. Já a audição é bem definida, uma vez que o feto ouve a voz da mãe desde o quinto mês de gestação – consequentemente, logo nos três primeiros dias após o nascimento, o recém-nascido já pode reconhecê-la.

Soluços são comuns: sinal de frio ou de que o bebê está engolindo ar enquanto mama. É importante colocá-lo para arrotar. A musculatura é pouco desenvolvida e os reflexos, involuntários.

Neste primeiro mês, ao tomar um susto, muitas vezes o bebê abre e balança os braços, como uma borboleta que bate as asas. São 28 dias em que ele vai praticamente dormir e mamar, enquanto seu corpinho ganha força e a visão do mundo vai ficando mais nítida.

Dica do especialista

Estímulos visuais e sonoros são bem-vindos. Móbiles coloridos e sonoros e conversas ao pé do ouvido ajudam o recém-nascido a desenvolver a visão. Diga palavras positivas, como “Você é lindo, amado e forte”. Mesmo sem entender, é um recado que fica registrado no inconsciente da criança.

1 mês
Entre sorrisos e cólicas 

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Será que ele está sorrindo? Sim, está. Uma das marcas do primeiro mês de idade é o “sorriso social”. O bebê reconhece os mais próximos e reage às gracinhas. Isso também indica que o lado psíquico está se desenvolvendo no ritmo certo. A visão é cada vez mais nítida, pois ele passa a distinguir o mundo em 3D. O pescoço vai ficando mais durinho – o bebê consegue virar a cabeça quando ouve uma voz conhecida, por exemplo.

Também é a fase das cólicas. Alguns hormônios responsáveis pela maturidade do aparelho digestivo ainda não foram liberados, causando o desconforto. A alimentação da mãe que está amamentando afeta a saúde do bebê. Se for saudável, pode combater as cólicas.

É importante cuidar bem das datas das vacinas, porque delas depende a imunidade, que afeta o crescimento. Se adoecer, o desenvolvimento dele fica comprometido.

 Dica do especialista

Para evitar cólicas, enquanto estiver amamentando, evite ingerir alimentos gordurosos, leite e derivados. Substitua por produtos similares à base de soja.

2 meses
A descoberta das mãos

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A percepção do bebê está cada vez mais aguçada. Ele começa a abrir os dedos e descobrir asmãozinhas. É provável que passe um tempão olhando para as próprias mãos e mexendo os dedinhos.

Logo, começa a agarrar os objetos e levá-los à boca – outra grande novidade desse período. Neste mês, a boca do bebê é uma das maneiras que o ajuda a conhecer o mundo. Ele ainda não leva os pés à boca, mas adora saborear as mãozinhas, juntamente com brinquedinhos de textura macia que consegue pegar.

coluna está mais firme. Mais perto do próximo mês o bebê já consegue erguer bem a cabeça, o tronco, esticar os bracinhos e girar a cabeça à procura de objetos coloridos ou sons conhecidos. E começa a descobrir o som da própria voz, em balbucios, como se respondesse quando alguém fala com ele.

 Dica do especialista

Escolha bem os brinquedos que o bebê leva à boca. Eles devem ser macios, de borracha, atóxicos e antialérgicos. E nada de peças pequenininhas, que ele poderia engolir.

3 meses
Com a boca no mundo 

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Os 3 meses de idade trazem várias novidades: o bebê gosta de brincar de esconde-esconde com a mãe – por exemplo, ela tapa o rosto com as mãos ou se esconde atrás de objetos, e ele responde à brincadeira.

Também neste período, ele pode tocar os calcanhares, começando a descobrir os pezinhos. Durante o dia, fica mais ativo, e pode vir a dormir a noite inteira. Uma característica marcante dessa fase é que ele não gosta de ficar sozinho. Reclama e chora quando isso acontece.

Continua colocando tudo na boca, segue os objetos visualmente e tenta alcançar o que lhe interessa,erguendo o corpinho – afinal, agora ele já é capaz de erguer o tórax, mesmo de bruços. Alinguagem se desenvolve com rapidez: ele presta atenção e fixa o olhar nos movimentos da boca de quem fala.

 Dica do especialista

Uma brincadeira estimulante nessa fase é mostrar objetos coloridos e afastá-los do bebê, de modo que ele tente alcançá-los. Falar com ele bem de pertinho também vai ajudá-lo a perceber as sílabas e estimular a fala.

Fonte: Guia do bebê

 

 

 

A importância do pré-natal para uma gravidez tranquila

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Por mais que hoje em dia se fale muito na importância do pré-natal, ainda tem gestantes que não o realizam, que só procuram um médico quando a gestação está avançada ou próxima do parto.

E porque o pré-natal é tão importante? É ele quem vai garantir uma gravidez saudável e um parto sem riscos, tanto para a mãe quanto para o bebê. Com o pré-natal é possível acompanhar o desenvolvimento do feto e, se houver algum problema, detectar precocemente, aumentando as chances de deter o problema. No caso das mães, algumas doenças como a diabetes gestacional e a pré-eclampsia podem aparecer durante a gravidez, trazendo graves conseqüências para a gestante, porém, esses problemas também podem ser controlados com o pré-natal.

COMO FAZER O PRÉ-NATAL

Se você tem vontade e está planejando engravidar, deve procurar um médico para orientá-la e ajuda-la no planejamento da gestação.

É muito importante que haja uma relação de confiança você e seu médico. Durante a gestação é comum a mulher sentir-se sensível e insegura. Um bom profissional, em quem a gestante confie, poderá ajudá-la a resgatar a força nesse período tão importante da vida.

Se a você ainda não tiver um ginecologista de sua confiança, é hora de procurar. Indicações de amigas são sempre bem-vindas. Uma boa ferramenta para buscar informações sobre o profissional é o site do Conselho Regional de Medicina, que traz uma relação de todos os médicos devidamente inscritos no CRM. Estude a vida profissional do médico e certifique-se de que tenha especialização em Ginecologia e Obstetrícia.

A grande maioria dos médicos ginecologistas é também obstetra. Alguns poucos profissionais acabam se dedicando apenas ao atendimento no consultório e não realizam partos. Se for o caso do seu médico, ele deverá indicar um colega para realizar o pré-natal.

O ideal é que antes de engravidar, o casal converse com o médico sobre como será o acompanhamento, se é a favor do parto normal ou cesariana, em quais hospitais atende, se aceita plano de saúde e outras questões práticas. Essa é a hora de tirar todas as dúvidas com o seu médico.

QUAIS OS EXAMES DO PRÉ-NATAL

Existe uma lista de exames básicos que toda mulher que engravida deve fazer. A maioria deles são exames de sangue feitos em laboratório como o hemograma completo, para checar se a mulher está com anemia ou infecções, glicemia, para verificar a taxa de glicose no sangue, e algumas sorologias como HIV, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, sífilis e hepatite B e C, além de tipagem sanguínea e fator Rh. O médico deve ainda solicitar exames de urina e fezes.

Alguns desses exames laboratoriais devem ser repetidos algumas vezes durante a gravidez, como o hemograma, realizado mensalmente, a glicemia, que é repetida na 26ª semana de gestação, além de algumas sorologias para verificar se a mulher foi infectada durante a gravidez.

O ideal é que a gestante realize três ultra-sonografias: uma no primeiro trimestre da gravidez para avaliar o tempo de gestação com mais precisão, outra no segundo semestre, quando os órgãos já estão formados, e a última no terceiro trimestre para acompanhar o crescimento fetal.

Em casos de gestação de risco ou se os resultados dos exames estiverem fora do padrão esperado para aquela fase da gravidez, o médico poderá pedir outros exames adicionais ou repetir alguns de acordo com a necessidade para uma melhor avaliação.

Geralmente, as consultas médicas são mensais até o sétimo mês de gestação, quinzenais até a 36ª semana e semanais até o final da gestação.

COMO FAZER O PRÉ-NATAL NOS PLANOS DE SAÚDE

As mulheres que possuem seguros privados de assistência à saúde devem se informar sobre a cobertura de exames pré-natal, consultas, parto, hospitais e atendimentos de emergência com a sua operadora no início da gravidez, ou até mesmo quando começar a planejar engravidar.

Uma mesma operadora oferece diferentes tipos de planos, com coberturas variadas. Em geral, os planos de saúde cobrem exames básicos solicitados no pré-natal, porém, alguns planos têm cobertura total de diversos exames e internações enquanto outros dão direito apenas às consultas e exames básicos. Os honorários médicos para a realização do parto são bastante variáveis. A operadora pode exigir que o médico seja credenciado, e caso não seja, a paciente deverá pagar os honorários médicos e pedir reembolso, se tiver esse direito.

É comum que a operadora do plano de saúde restrinja os números de consultas e exames realizados por mês ou pelo período da gestação. É importante também verificar se existe alguma carência para a cobertura de partos, caso o plano tenha sido adquirido recentemente.

A cobertura dos planos de saúde pode gerar muitas dúvidas e discussões, portanto, o ideal é ler atentamente o contrato da operadora para saber sobre seus direitos. O médico deverá estar ciente sobre as condições do seu plano de assistência médica e orientá-la sobre a melhor forma de proceder com o pré-natal e o parto.

Para escolher o hospital onde o bebê irá nascer, deve-se solicitar uma listagem ao convênio e o médico verá em quais hospitais é cadastrado, para que possa fazer a internação da paciente.

“A mulher deverá visitar a maternidade antes de fazer sua escolha. É importante avaliar a qualidade da enfermagem e berçário”, alerta o Dr. Luciano Pompei, diretor da FEBRASGO, Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia. O médico incentiva as futuras mamães a conversar com outras mulheres que pariram no hospital para trocar idéias.

COMO FAZER O PRÉ-NATAL PELO SUS

O Ministério da Saúde afirma que o número de consultas pré-natal realizadas pelo SUS – Sistema Único de Saúde – durante a gravidez é crescente ano a ano. Em 2003 foram realizadas 8,6 milhões de consultas de pré-natal e no ano passado, 2009, foram 19,4 milhões. O aumento foi de 125% nesse período, devido à ampliação do acesso ao pré-natal pelas mulheres e os benefícios oferecidos pelo governo.

O SUS realiza gratuitamente os exames básicos durante a gestação, como exames de urina e de sangue para verificar a existência de doenças como hepatite B, toxoplasmose, sífilis, HIV e outros, além de aplicar vacinas e oferecer medicamentos, quando necessário.

As gestantes atendidas pelo SUS têm direito a fazer, pelo menos, seis consultas durante toda a gravidez. Nas consultas de pré-natal, a equipe de saúde mede a pressão arterial da mãe, verifica o peso, mede a barriga, escuta o coração do bebê, e anota todas as informações sobre o pré-natal e exames no Cartão da Gestante. Esse cartão deve ser apresentado ao médico na hora do parto para que ele tenha informações sobre o estado de saúde da mãe e do bebê.

O Ministério da Saúde tem feito um grande esforço para realizar pelo menos um exame ultra-som durante a gestação, porém, ainda não são todos os postos de atendimento do SUS que possuem um aparelho para realizar o exame. Muitas vezes, as pacientes que têm condições acabam realizando esse exame em clínicas particulares.

A rede do SUS também oferece algumas atividades para as gestantes como cursos de preparação para o parto e grupos de gestantes, onde as futuras mamães podem trocar idéias e experiências.

Fonte: Guiadobebe