Conheça os exercícios físicos mais indicados durante a gravidez

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Fazer exercício físico durante a gestação é muito importante para o bem-estar e a saúde da mãe, pois controlam o ganho de peso e relaxam o corpo e a mente. Os exercícios também trazem benefícios no pós-parto, já que melhoram o circulação sanguínea, evitando os incômodos inchaços e permitindo retorno mais rápido às atividades cotidianas.

Antes de começas a praticar, é preciso ter certeza do bom condicionamento físico. Não é recomendado mudança de atividades após a gravidez. Se a grávida pratica musculação há anos e foi liberada pelo médico, não há motivos para optar pelo pilates, por exemplo. O ideal é que a gestante escolha uma atividade prazerosa, com a qual seu organismo já esteja acostumado.

Já as grávidas sedentárias precisam ter mais cuidado. A gestante que nunca praticou nenhum tipo de exercício físico deve começar aos poucos.

A seguir confira os exercícios mais indicados para as grávidas:

Hidroginástica

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É o exercício mais indicado pelos médicos para as grávidas. A água traz conforto para as gestantes, pois não sentem o peso da barriga, o que aumenta a segurança para praticar exercícios.
Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 50 grávidas mostrou que a hidroginástica pode ajudar a diminuir as dores no parto, já que apenas 27% das pesquisadas que praticavam exercícios na água solicitou algum tipo de analgésico para dor durante as contrações.

Caminhada

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A caminhada está entre as atividades mais democráticas, já que não é necessário estar matriculada em uma academia para praticá-la.
Após a liberação do obstetra, em geral, a gestante pode praticar exercícios físicos durante uma hora por dia, até 5 vezes por semana. O mais importante é respeitar a frequência cardíaca, que não deve ultrapassar 140bpm. Isso significa que é possível conversar com tranquilidade durante a caminhada.

Musculação

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A musculação não é contraindicada para gestantes. Bem orientada, fortalece os músculos, melhora a postura e diminui as dores nas costas, provenientes do peso da barriga. Na musculação é possível trabalhar cada grupamento muscular de forma segura. Gestantes que nunca praticaram exercícios devem começar aos poucos, com 15, 20 minutos, avançando aos poucos. O ideal, sempre, é conciliar o trabalho muscular com atividades aeróbicas, como caminhada, hidroginástica e bicicleta ergométrica.

Pilates

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O exercício utiliza o próprio peso corporal para trabalhar diferentes grupamentos musculares. Apesar de parecer ser um exercício leve, o pilates não é indicado para todas as gestantes. O pilates melhora a postura, evita dores lombares e fortalece os músculos das costas, preparando para o peso da barriga, mas só é recomendado para quem já praticava antes da gravidez. No pilates, a gestante trabalhará o tempo todo com o abdômen contraído, o que pode gerar estresse desnecessário para quem nunca praticou. Ou seja, quem deseja aproveitar os benefícios do pilates deve começar bem antes da gravidez.

Yoga

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A yoga trabalha corpo e mente, ajudando no relaxamento da gestante. “Assim como o pilates, a yoga trabalha o abdômen e só é recomendo para aquelas que praticavam antes da gravidez. Com o passar das semanas e o crescimento da barriga, ficará mais difícil fazer determinadas posturas, mas as academias já contam com programas específicos para gestantes.

Hora de dormir – De 1 a 3 anos

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O sono é uma das necessidades vitais para as pessoas. Dormir é essencial para o desenvolvimento do cérebro e do corpo. Por isso hoje iremos falar da importância do sono das crianças e de como ajudar seu filho a ter uma boa noite de sono.

Quando a criança não dorme bem, geralmente a responsabilidade (ação ou omissão) é dos pais. Colocar na cama e tirar da cama na hora certa e de uma forma adequada também faz parte da educação e criação dos filhos.

Uma boa noite de sono começa na hora de ir para a cama. Seguir uma rotina na hora de colocar seu filho para dormir é muito importante. Ele vai ficar mais tranquilo quando perceber que todo dia, à mesma hora, acontecem as mesmas coisas e a tranquilidade é essencial para um bom sono.

Mantenha a rotina todos os dias, até quando não estiver em casa. Ela ajuda também seu filho a dormir se estiver em um ambiente estranho, como a casa de um parente.

E o que é a tal rotina? Quem vai decidir é você. Basta fazer as coisas sempre na mesma ordem, mais ou  menos no mesmo horário como banho, pijama, uma brincadeira calma, uma história ou um tempinho no seu colo ou na cama como você. Faça o que for bom para acalmar o seu filho.

A rotina deve ser rápida. Pode durar menos de meia hora. E no fim, mesmo que vocês passem um tempo no sofá ou na sua cama, leve-o para o quarto dele. É importante a criança saber que o quarto é um lugar gostoso para ficar.

Ensine seu filho que não tem problema ele ficar sozinho no quarto enquanto o sono não vem, importante que ele saiba que você sempre virá quando ele chamar.

Abaixo algumas ideias utilizadas por pais e mães que podem te ajudar a criar sua própria rotina.

Deixe-o gastar energia

Às vezes pode ser útil fazer seu filho gastar bastante energia antes de começar o ritual propriamente dito. “Meu filho corre pelado pela casa por uns 20 minutos, atrás do cachorro, para depois entrar no banho”, diz uma leitora. O importante é que a brincadeira agitada seja seguida de uma atividade bem mais calma.

Aposte no poder tranquilizador da água

O banho é uma das estratégias mais usadas pelos pais para acalmar a criança antes de dormir. A água é um tranquilizante natural, e a criança ainda fica limpinha e quentinha para ir para a cama. Mas existem aquelas que ficam excitadas demais no banho, e acabam se acelerando. Se for o caso do seu filho, dê o banho mais cedo e invista em atividades mais calmas perto da hora da cama, como ler uma história.

Cuidados básicos de higiene

Nada como aproveitar o ritual da hora de dormir para fazer todas aquelas coisas necessárias ao asseio e à higiene: escovar os dentes, trocar a fralda ou ir ao banheiro, dependendo da idade, colocar um pijama limpo. O hábito de escovar os dentes é essencial — quanto antes você começar, melhor, para que seu filho se acostume com ele.

Brincadeiras calmas

Jogar um jogo simples ou fazer uma brincadeira tranquila com seu filho antes de dormir é um ótimo jeito de passar um tempinho gostoso com ele — não precisa ser mais que 15 minutos –, principalmente se você passa muito tempo fora de casa.

Crianças mais velhas podem brincar com quebra-cabeças simples ou peças de encaixar. As mais novas podem brincar de esconde-esconde (esconda alguma coisa para ela achar). Vale cantar musiquinhas ou fazer brincadeiras que introduzam o conceito de números e até letras.

Bata um papo

A hora de dormir é uma boa oportunidade para conversar com a criança. Faça perguntas específicas, para conseguir respostas mais complexas. “Qual foi a coisa mais chata da escola hoje?” é mais promissor que “Foi tudo bem na escola hoje?”. Conversando com você, a criança tem chance de desabafar sobre algo que a esteja preocupando, e que possa prejudicar o sono.

Se seu filho não falar muito, você mesmo pode contar como foi o dia dele (e o seu). A vantagem é que você não vai precisar usar a imaginação para inventar histórias (nem todo mundo é tão criativo) e ele vai aprender novas palavras e aumentar seu vocabulário.

Boa noite para todo mundo

Muitas crianças gostam da brincadeira de dar boa noite para tudo e todos da casa: as pessoas, os bichos de estimação, os animais de pelúcia, a lua etc. etc. É divertido, mas você tem de saber quando parar, senão ele vai querer se despedir até o dia raiar.

Conte uma história

A historinha na hora de dormir tem inúmeras vantagens: acalma a criança, aproxima vocês dois, ensina novas palavras e abre novos mundos para ela. Determine um período de tempo ou um número de histórias, depois dê boa noite e diga que é hora de dormir.

Cante canções de ninar

Tudo bem que seu filho já está maiorzinho, mas a voz dos pais ainda é seu som favorito, e uma canção de ninar faz maravilhas para acalmá-lo. “Escolho duas músicas por noite e canto para eles, depois canto a nossa música de boa noite”, conta uma leitora, mãe de dois meninos.

“Eles já sabem que aquela é a última. Às vezes eles cantam junto, mas na maioria das vezes só gostam de me ouvir cantar.” Vale a mesma dica: estabelecer um número fixo de músicas, para não ter de ficar cantando horas até ele finalmente fechar os olhos.

Toque música

O último passo do seu ritual pode ser colocar música suave para tocar, depois que você sai do quarto. Só é preciso tomar cuidado para que a música não acabe se tornando uma muleta: seu filho precisa conseguir adormecer sem ela, porque no meio da madrugada, por exemplo, não faz sentido ligar o som de novo.

Todos nós acordamos no meio da noite. Isso só vira um problema quando toda vez for preciso chamar a mamãe ou o papai (ou ligar o rádio, ou a TV…) para pegar no sono outra vez.

Deixe uma luz acesa

Na hora de sair do quarto, deixe uma luzinha acesa. Pode ser a luz do corredor ou do banheiro, ou aquelas lampadinhas especiais para crianças, bem fraquinhas, que são ligadas direto na tomada. Muitas crianças desta idade têm medo do escuro, e uma luz pode ajudar bastante.

Fonte: Babycenter

Conheça as 9 metodologias de ensino antes de decidir pela escola do seu filho

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Chegou a hora de decidir pela escola do seu filho e fazer a matrícula e, para isso, é importante saber as diferenças entre as mais variadas correntes de ensino adotadas para instituições educacionais. Separamos as nove mais difundidas. O ideal é avaliar qual delas está mais próxima da realidade da sua família. Isso porque há uma série de metodologias e formas de aplicação do conhecimento e é fundamental que a expectativa dos pais esteja de acordo com a proposta da escola. Visite o local, converse com pais que têm seus filhos matriculados lá, leve as crianças para conhecer também e prepare uma lista de perguntas para não esquecer de nenhum detalhe importante.

Freiriana

Nesta pedagogia, baseada nos conceitos de Paulo Freire, os aspectos culturais, sociais e humanos do aluno devem ser levados em conta. Essa postura implicaouvir o aluno para ajudá-lo a construir confiança, para que ele possa entender o mundo por meio do conhecimento.
Segundo Freire, o conhecimento faz sentido para o estudante quando o transforma em sujeito que pode transformar o mundo. Bom senso, humildade, tolerância, respeito, curiosidade são alguns dos princípios defendidos por essa corrente. A educação se torna uma ferramenta para “libertar” o aluno. A pedagogia de Paulo Freire não prevê provas, mas a escola pode ter avaliações.

Tradicional

Aplicada na maioria das escolas do Brasil e, principalmente, nas escolas laicas, o que predomina é o ensino centrado no professor, que é um transmissor de cultura. O estudante tem metas a cumprir dentro de determinados prazos, que são verificadas por meio de avaliações periódicas. Quem não atinge a nota mínima necessária no conjunto de avaliações ao longo do ano que está cursando é reprovado e tem de refazê-lo. É comum que essas escolas usem apostilas e cartilhas, que estabelecem o quanto a criança deve aprender em cada ano.

Esse modelo de ensino foi difundido pelas escolas públicas francesas a partir do Iluminismo (séc. 18). Pretendiam universalizar o acesso ao conhecimento para formar cidadãos. É uma filosofia que valoriza a quantidade de conteúdo ensinada, e as escolas que a adotam são voltadas para o sucesso do aluno em provas como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o vestibular.

Escola comportamentalista

Nessa pedagogia, o professor tem como tarefa controlar o tempo e as respostas dos alunos, dando-lhes feedback constante. O aluno é visto como alguém que pode aprender a partir de estímulos, que são recompensados, caso os objetivos sejam alcançados. A concepção comportamentalista tem foco na técnica, no processo e no material postos em jogo. O ensino deve ser bem planejado, com materiais instrucionais programados e controlados. O objetivo é que os resultados possam ser mensurados e que o estudante adquira os comportamentos desejados, moldados segundo necessidades sociais determinadas. O processo de avaliação é feito por provas, semelhantes às da linha tradicional.

Construtivista

Nas instituições que seguem os princípios construtivistas – baseadas na proposta de Jean Piaget – o conhecimento é ativamente construído pelo sujeito e não passivamente recebido do professor ou do ambiente. Cada estudante é visto como alguém com um tempo único de aprendizado e o trabalho em grupo é valorizado. Nas escolas construtivistas, são criadas situações em que o estudante é estimulado a pensar e a solucionar problemas propostos.

Também há provas e reprovação nessas instituições. No construtivismo a principal meta é criar seres capazes de fazer coisas novas e não repetir, simplesmente, o que as outras gerações fizeram. Seres que sejam criadores, inventores e descobridores. A segunda meta é formar mentes que tenham condições de criticar e não aceitar tudo que lhes é proposto. Além disso, a teoria de Piaget defende que o professor não deve apenas ensinar, mas, acima de tudo, orientar os alunos para uma aprendizagem autônoma.

Montessoriana

Criada pela médica italiana Maria Montessori, na metodologia montessoriana a criança deve buscar sua autoformação e construção. Os adultos precisam ajudá-la nesse processo, favorecendo o desenvolvimento de indivíduos criativos, independentes, confiantes e com iniciativa. Na sala de aula, as crianças escolhem as atividades que querem fazer e a atenção deve estar nas tarefas a serem cumpridas. O professor é um “guia” que remove obstáculos à aprendizagem e isola as dificuldades da criança, respeitando o ritmo de cada aprendiz e sem intervenções indevidas. As classes têm crianças de idades diferentes e há incentivo para o trabalho em grupo. Todos os estudantes são estimulados da mesma maneira.

Para auxiliar na aprendizagem, Maria Montessori criou vários materiais. Um dos mais famosos é o Material Dourado, composto por cubos, placas, barras e cubinhos, que têm o objetivo de facilitar o entendimento das operações matemáticas. Outras características são a disposição circular da sala de aula, as prateleiras com jogos pedagógicos acessíveis aos alunos, materiais sensoriais que estimulam os sentidos. Pode ter provas ou não, de acordo com a escola. Quando não há provas, a avaliação é feita a partir dos registros que o professor tem sobre a produção do aluno. No final dos ensinos fundamental e médio pode haver monografia.

Tendência democrática

As escolas democráticas são baseadas na Escola Summerhill, nascida na Inglaterra, e são consideradas uma crítica à educação tradicional, que teria base no “medo e no controle baseado em ameaças veladas, presenças obrigatórias e outras imposições”. A ideia fundamental é a liberdade de escolha dos alunos. Matemática, por exemplo, pode ser aprendida ao entender como se monta uma bicicleta e essa “lição” pode ter sido sugerida pelo aluno.

Os alunos não são “obrigados” a assistir às aulas obedecendo um cronograma comum, único. Eles escolhem as atividades a fazer de acordo com seus interesses. Para avaliar os alunos, procura-se abolir também lições de casa e provas; a avaliação é feita por sua participação e por trabalhos que podem ser escritos, artísticos etc.

Waldorf
Na metodologia de ensino Waldorf, desenvolvida pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner, procura-se equilibrar os aspectos cognitivos com o desenvolvimento de habilidades artísticas, musicais, de movimentação e de dramatização. Considera-se cada aluno como um ser único, que deve ser acompanhado de forma próxima.

O trabalho é feito em três âmbitos do desenvolvimento da criança: físico, social e individual. Os alunos são divididos em faixas etárias e não em séries, pois Steiner acreditava que cada idade tem necessidades específicas a serem atendidas. O aluno estuda com a mesma turma e com o mesmo professor dos 7 aos 14 anos. Como o ritmo biológico não pode ser alterado, não há repetência. O método dá igual importância às formações ética, estética e acadêmica.

São aplicados testes e provas em algumas matérias, especialmente no ensino médio, e, em alguns casos, nas últimas séries do ensino fundamental. Mas a avaliação do aluno também engloba a execução de trabalhos, o grau de dificuldade que o estudante tem com o assunto, o empenho em aprender e o comportamento.

Os pais recebem avaliações trimestrais com a descrição da atitude de seus filhos diante das tarefas solicitadas no período. No ensino fundamental, o currículo inclui astronomia, meteorologia, jardinagem, artes e trabalhos manuais, como tricô e crochê, além das disciplinas obrigatórias.

No ensino médio, há currículos integrados de humanidades (história, geografia, literatura), de ciências (física, biologia, química, geologia, matemática), de artes e ofícios (com modalidades como tecelagem e encadernação), artes dramáticas, educação física e línguas estrangeiras.

Freinet

Nas instituições que colocam em prática conceitos do pedagogo francês Célestin Freinet, o aprendizado acontece por meio do trabalho e da cooperação. Criador do Movimento da Escola Moderna, na França, que se caracteriza por sua dimensão social, Freinet acreditava que a criança tem que ser vista não como um indivíduo isolado, mas como parte de uma comunidade e jamais ser marginalizada, principalmente quando fizer parte de classes menos favorecidas. Ele dizia que, “se não encontrarmos respostas adequadas a todas as questões sobre educação, continuaremos a forjar almas de escravos em nossos filhos”.

Nesse tipo de escola, a criança é incentivada a compartilhar suas produções com os colegas, sejam eles de sua classe, de outras ou de escolas diferentes. As avaliações levam em conta o progresso do aluno em comparação ao seu desempenho anterior e não em relação com os demais. Estudos de campo (aulas em que os estudantes são levados em algum lugar específico para aprender determinada matéria, como um parque, por exemplo), elaboração de jornais em grupo e debates são atividades comuns em escolas que se identificam com o pensamento de Freinet, que valoriza o desenvolvimento da capacidade de análise pelos estudantes.

Optimist

Esse método de ensino foi proposto pelo Fomento Centros de Enseñanza, uma instituição fundada na Espanha em 1963, por um grupo de pais, profissionais e educadores. No projeto Optimist desenvolvido para a Educação Infantil (0-6 anos), adota-se o princípio da educação personalizada, idealizada pelo pedagogo espanhol Víctor García Hoz, que respeita o aluno como pessoa singular e com ritmo próprio desde a educação infantil, levando-o a alcançar o máximo de desenvolvimento.

Sua proposta inclui estratégias voltadas para o desenvolvimento completo da criança: corpo, inteligência, afetividade e sociabilidade. A participação dos pais é muito importante e eles passam por um sistema de formação com o objetivo de ter em casa uma continuidade do que acontece na escola. Os professores também recebem formação específica para adquirir uma percepção educativa refinada.

Fonte: Semprefamilia.com.br

 

 

Translucência nucal

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O Post de hoje é sobre um exame muito importante na gravidez.  Quando a mulher descobre que está grávida, uma agenda repleta de compromissos passa a fazer parte do seu dia a dia. Consultas, avaliações físicas e outros exames, que devem ser realizados em laboratórios de análises clínicas e medicina diagnóstica, preenchem nove meses de uma intensa maratona médica.

Hoje em especial, falaremos da Ultrassonografia da Translucência Nucal, que é uma medida tirada no ultrassom morfológico do primeiro trimestre, um exame de rotina. Seu principal objetivo é ajudar a detectar o risco de síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas, além de problemas cardíacos, mas, na enorme maioria dos casos, como o resultado é normal, ele é na verdade uma ótima oportunidade de você ver seu bebezinho.

Ainda será cedo para detectar com certeza o sexo do bebê só pela imagem, embora ultrassonografistas experientes arrisquem dar um palpite, com precisão máxima de 80%.

Se for seu primeiro ultrassom, ele servirá também para confirmar o tempo de gravidez.

O objetivo principal da translucência nucal é medir um espaço específico na nuca do bebê, entre 11 e 14 semanas de gravidez. A partir de 14 semanas, não dá mais para fazer o exame, porque o espaço deixa de ser transparente na imagem do ultrassom.

Bebês que tenham alguma anomalia tendem a acumular mais líquido nessa região da nuca, por isso uma medida acima da média normal é considerada um possível indicador de algum problema.

Durante o mesmo exame, também se verifica a presença do osso nasal. A ausência desse osso pode ser mais um indicador de anormalidade.

Às vezes, o resultado da medida da translucência nucal é combinado com o resultado de um exame de sangue feito na mãe, gerando uma avaliação do risco da presença de alguma síndrome cromossômica. Esse exame de sangue é útil porque diminui o grande número de falsos positivos que só a medida pelo ultrassom apresenta.

Com base no resultado da translucência nucal, na presença ou não do osso nasal e na idade da mãe, o médico pode sugerir a realização de algum outro exame, como o diagnóstico pré-natal não-invasivo (feito pelo exame de sangue), biópsia do vilo corial ou a amniocentese, a fim de confirmar ou descartar uma eventual suspeita.

Se o bebê tiver síndrome de Down, dá para ver na translucência nucal?

O exame de translucência nucal não é um diagnóstico. Ele apenas dá

indicações da possibilidade da presença de alguma síndrome ou malformação. Se a medida da translucência estiver acima da média, pode ser que o bebê tenha alguma anomalia, mas é muito mais provável que não.

Por outro lado, há bebês que têm síndrome ou malformações, mas a translucência nucal dá normal.

Em resumo: se a translucência nucal for normal, você tem bons motivos para se tranquilizar. Se der acima da média, é claro que você vai ficar preocupada, mas tente segurar a ansiedade até ter mais informações. Pode ser que não seja nada, e que se trate apenas de um falso positivo.

O médico vai aconselhar você e fazer os exames seguintes com todo o cuidado para verificar qualquer possibilidade de anomalia e tomar as providências para que o bebê tenha o acompanhamento necessário.

Qual a semana ideal para fazer a translucência nucal?

Se você fizer o exame o quanto antes, próximo das 11 semanas, terá mais tempo de fazer uma

biópsia do vilo corial (que pode ser feita até 13 semanas) para ter uma resposta definitiva, em caso de suspeita de anormalidade.

Por outro lado, em termos médicos, 12 semanas completas é o momento ideal para o exame. O exame de marcadores bioquímicos no sangue, que deixa o resultado da translucência nucal mais preciso, também é realizado com 12 semanas. O prazo máximo para medir a translucência nucal é 13 semanas e 6 dias.

Meu resultado foi que a chance de meu bebê ser Down é de 1 em 300. O que isso significa?

O resultado costuma ser dado assim, em forma de probabilidade, depois de um cálculo matemático que leva em conta outros fatores como a idade da mãe, antecedentes e resultados de outros exames.
Um risco de 1 em 300 significa que, de cada 300 mulheres que tenham um resultado igual ao seu, uma terá um bebê com síndrome de Down e 299 não. Quanto mais alto o segundo número, menor o risco. Um risco de 1 em 30 é muito maior que um risco de 1 em 4.000.

O melhor é perguntar para o médico, antes mesmo de fazer o exame, qual resultado ele esperaria. Assim você pode ouvir algo como “qualquer coisa acima de 1 em 200 já é excelente”. Mas o número depende do tipo de cálculo e de exame que você estiver fazendo.

Outra possibilidade é o resultado ser apenas considerado normal ou anormal. Lembre-se de que o exame indica apenas uma possibilidade, e não é um diagnóstico.

(Em alguns casos, a medida da translucência nucal fica acima do percentil 99, e isso indica risco para cardiopatias congênitas, ou seja, defeitos no coração. Nesse caso, a mãe é submetida a um ultrassom especial, o ecocardiograma fetal, especialmente para monitorar o coração do bebê.)

Algumas semanas depois, no ultrassom morfológico,entre 18 e 20 semanas, será possível ter informações mais detalhadas, como o sexo do bebê. Em caso de haver alguma anormalidade, o morfológico tem boas chances de detectá-las.

Fonte: Babycenter

Torre de Aprendizagem Montessori

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Hoje queremos apresentar a Torre de aprendizagem Montessori. Bastante usada pelas famílias na Europa e nos EUA, a Torre serve para que as crianças possam ajudar e participar das atividades na cozinha.

Pra quem conhece o método Montessori, sabe que ter criança na cozinha é muito divertido e importante para o desenvolvimento dos pequenos. Essa “arte” incentiva a independência e habilidades manuais, além de ser uma distração criativa para o dia a dia! Com a Torre de Aprendizagem Montessori, a criança fica segura e na altura da pia, balcão, mesa, etc.  A vantagem de ficar em cima da torre é que o pequeno não precisa se equilibrar, como em um banquinho tradicional.

Com 4 regulagens de altura, ela vai acompanhar a criança dos 18 meses (em média) até 6 anos de idade!

Onde encontrar no Brasil: Uau!baby http://www.uaubaby.com/torre-montessori-ct-102f9e

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