A importância de utilizar o Swaddle

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Sabe aqueles momentos em que você fica sem saber como saciar o choro aparentemente sem motivo do seu bebê? Você trocou a fralda, o alimentou, então, o que ele quer? Algo simples e fácil de resolver: uma contenção.

Como oferecer essa contenção? Nada melhor que o bom e velho cueiro, que nada mais é do que enrolar o bebê para que ele se sinta mais seguro e consiga dormir melhor. Na barriga da mãe o bebê tem uma contenção dos movimentos, ao nascer, o mundo fica muito grande e isso muitas vezes incomoda o bebê.

Os cueiros de antigamente, das receitas das vovós e bisavós, não eram nada práticos e deixavam os bebês esticados em extensão, o que é um erro. Hoje em dia o ideal é utilizar o Swaddle, que tem a mesma função do antigo cueiro, porém, oferece uma leve movimentação, deixando os bebês em semiflexão, que é o recomendado pelos pediatras. Além de ser muito mais fácil e prático de se utilizar, pois vem com velcro que ajuda a ajustar no corpo do bebê, permitindo que você deixe-o em uma contenção confortável.

O Swaddle consegue tranquilizar o bebê e é útil na hora de dormir, assim como o balde ajuda a tranquilizar o bebê na hora do banho, ou seja, é a limitação de espaço que dá segurança a eles quando são recém-nascidos. Pode ser utilizado já nos primeiros dias de vida e também a qualquer momento do dia nos primeiros meses. Não há regras de quando parar de utilizar, quem vai mostrar que não quer mais é o bebê. Geralmente o bebê aceita até o terceiro mês.

Importante: os bebês não devem passar o dia todo enrolado, eles têm que ter experimentações. O indicado é utilizar quando eles estão irritados, na hora de amamentar ou então para dormir.

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Onde encontrar? Na Uau!Baby – http://bit.ly/1FiwV4h

Dica de livros para bebês – Do útero aos 2 anos‏

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Na barriga
Nina, a gatinha
O importante, nessa fase, é que o bebê escute a sua voz e a do pai. O conteúdo deve ser leve e pronunciado com uma voz suave e baixa.
Ainda: você pode ler contos de fadas e cantar músicas infantis.
Sugestão: Nina, a Gatinha – Este livro tem uma história encantadora e pode ser lido para o bebê ainda na barriga: Nina é uma gatinha charmosa e muito corajosa. Passeia todas as noites por seu bairro sem temer a escuridão nem os latidos dos cachorros.
Serviço: Editora Salamandra‏

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De 0 a 6 meses
Plim, o Pinguim
Nessa fase, leia histórias leves e com final feliz. É importante que os livros tenham muitos desenhos, cores e texturas, que chamam a atenção da criança. Modelos de banho e de tecidos são ideais para essa idade. “Ler contos de fadas e cantar músicas infantis para a criança também é essencial”, diz Telma.
Sugestão: Plim, o Pinguim – Livro de banho, bem colorido, conta a história de um pinguim, que, assim como o livro, adora ser molhado e lavado!
Serviço: Editora Salamandra‏

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De 6 meses a 1 ano
João e Maria
Continue com livros de tecido e de banho e ajude a criança a saborear a história. “Antes que ela consiga ler sozinha, ensine-a a folhear os livros, interpretar as imagens, inventar histórias e acompanhar a leitura realizada por alguém mais experiente”, sugere Telma.‏
Sugestão: João e Maria – Cheio de cores, a obra mostra figuras inspiradas no universo do bebê, como a mamadeira e o telefone de brinquedo. É bom para o reconhecimento das imagens e o desenvolvimento do vocabulário.
Serviço: Editora Maco‏

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De 1 a 2 anos
Macaco Danado
Nessa fase, você já pode oferecer livros maiores, mas ainda cheios de figuras, com pouquíssimo texto.
Lembre: leia sempre junto com seu filho e continue investindo em histórias leves e divertidas.
Sugestão: Macaco Danado – Nesta historinha, uma borboleta e um macaquinho saem em busca da mamãe macaca. A obra trabalha bastante com a descrição dos personagens e incentiva a imaginação das crianças.
Serviço: Editora Brinque Book

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Quarto Montessoriano!

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No post de hoje iremos dar dicas de como montar um quarto montessoriano para seu filho(a). Já ouviram falar no método Montessori? Ele foi criado pela médica e educadora italiana Maria Montessori. Ela criou esse método para propor a criação de um ambiente de aprendizado mais criativo e adequado para o desenvolvimento da criança, capaz de permitir a livre expressão de suas capacidades. Para ela, o quarto de uma criança deve ser montado de acordo com a visão da criança e não do adulto, a estrutura do quarto deve deixar que ela circule livremente no seu ambiente explorando o que está ao seu alcance.

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Princípios do sistema de educação de Maria Montessori:

– Respeitar e incentivar a criança;

– Dar liberdade de movimento;

– Incentivar a independência e a tomada de decisão;

– Proporcionar oportunidades para aprendizado;

– Enfatizar atividades sensoriais, dentre outros.

Agora vamos aos 8 passos para você montar um quarto montessoriano para seu pequeno:

  1. Cama baixinha

Substitua o berço por um colchão no chão ou uma cama bem baixa, assim a criança terá mais independência para se levantar e se deitar. Caso seu filho(a) tenha costume de rolar a noite, coloque envolta do colchão travesseiros ou almofadas, protegendo o espaço.

  1. Tudo ao alcance da criança

Deixe objetos, brinquedos, livros e fotos na altura do olhar e ao alcance da criança.

  1. Decoração simples e segura

Faça uma decoração simples, utilize apenas mobiliário essencial deixando espaço para a criança explorar o quarto. Agora, abuse de materiais que proporcionem segurança, como tapetes fofinhos e etc, assim o pequeno poderá explorar o quarto com mais segurança.

  1. Miniaturas

Faça tudo bem pequeno e proporcional ao tamanho da criança.

  1. Poucos objetos

Organize o quarto e oferece poucos objetos por vez. Faça um rodízio dos brinquedos que ficam ao alcance da criança.

  1. Livre escolha

Um quarto com poucos objetos disponíveis faz com que a criança conquiste mais autonomia e livre escolha.

  1. Espelho

O espelho serve para que a criança se conheça e entenda que é uma pessoa diferente da mãe. Enquanto ela não engatinha, você pode instalar o espelho na horizontal, ao lado da cama. Mais tarde, você pode colocar na vertical, em outra parede. Uma dica bem importante: para garantir a segurança da criança, o espelho deve ser de acrílico e ficar bem fixado à parede.

  1. Móbile

Deixe o móbile a 30cm do bebê, pois ele não consegue focar em coisas que estão muito longe. No primeiro mês do bebê o ideal é que o móbile seja preto e branco, com diferentes formas e padrões, mais tarde, introduza outras cores.

Importante: O ambiente precisa ser pensado para que a criança apesar de livre, fique segura. Tomadas, objetos pontiagudos, ou que possam ser engolidos devem ficar fora do alcance.

O que acharam da proposta? Se você já tem um quarto montessoriano compartilhe aqui com a gente ou se ainda não tem, mas tem interesse, mãos à obra e quando estiver pronto, compartilha com a gente também!!!

Confira na galeria abaixo alguns modelos de quartos e cantinhos inspirados no método Montessori!

Mamãe, coelho da páscoa existe?

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Muitos pais não sabem se devem incentivar os filhos a acreditarem que o coelho da páscoa existe ou contar a verdade para os pequenos.

Segundo o pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcelo Reibscheid, “acreditar em Coelho da Páscoa é ótimo porque incentiva o mundo lúdico e a criatividade, e assim as crianças fazem coisas que não fariam sem algum incentivo. Um exemplo disso é quando o pai diz que se o filho se comportar, fizer a lição de casa ou tomar uma injeção, o Coelho da Páscoa vai trazer ovos de presente”.

Geralmente as crianças acreditam até uns sete anos, após essa idade, elas começam  a desconfiar desses mitos (coelhos da páscoa, papai noel e etc) por conta própria.

O ideal é que os pais não tomem a inciativa de contar a verdade enquanto a criança não tomar a iniciativa de perguntar.

“Ela vai descobrir sozinha, ou virá perguntar aos pais, e nesse caso, os pais nunca devem mentir”, diz o pediatra.

De acordo com Reibscheid, se a criança questionar a existência do Coelho da Páscoa, os pais devem explicar que ele realmente não existe. ”Os pais podem compará-lo com algo que as crianças já não acreditam mais. Por exemplo, dizer que o Coelho da Páscoa é só uma brincadeira, assim como os super-heróis ou princesas”, explica o médico.

Se entre irmãos, um acredita e o outro não, é preciso tomar cuidado. Para o pediatra, o mais aconselhável é fazer tudo virar uma grande brincadeira “os pais devem combinar com o irmão que não acredita que vão ‘brincar de enganar’ o outro”. Dessa forma, a criança não irá entender como um pedido ou ordem para não contar e manterá o segredo.

Cultivar o mito da data faz parte do encantamento da infância, que fica ainda mais gostoso com a participação e dedicação dos pais, conclui o especialista.

Dicas de brincadeiras para os pais fazerem com seus filhos

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  • Mordida de coelho: no sábado, junto com os seus filhos, espalhe alguns pedaços de cenoura pela casa. Quando as crianças forem dormir, dê pequenas mordidas nas cenouras. Assim, ao acordar os pequenos acharão que o coelho passou pela casa.
  • Pegadas de coelho: você poderá fazer pegadas, molhando a pontinha dos dedos e passando-os pela farinha, ou como uma sugestão mais prática é encomendar carimbos no formato de pezinho de coelho.
  • Caça aos ovos: faça uma trilha imitando as pegadas do coelho e esconda os ovos. Alguns ovinhos podem ser mais fáceis de serem encontrados pelos pequeninos, e outros podem ficar escondidos em lugares mais difíceis, para os grandinhos. Outra opção é colocar pistas em cantos da casa que levem ao esconderijo dos ovos.
  • Rabo do coelho: desenhe um coelho de costas e fixe o papel na parede. Depois pegue um pouquinho de lã e faça um pompom. Pronto, esse será o rabo do coelho. Vende os olhos do seu filhote e ele terá que colocar o pompom no bumbum do coelho. Quem conseguir em menos tempo ganha a brincadeira. Para ficar mais divertido, divida as crianças em duas equipes, que ajudarão dando dicas de onde colocar o pompom.
  • Coelhinho sai da toca: coloque bambolês no chão ou faça alguns quadrados com fita crepe. Cada pessoa ficará dentro de um bambolê ou quadrado. Alguém deverá falar: “coelhinho sai da toca”. Nessa hora todos devem trocar de bambolê. Quem ficar de fora precisa esperar a próxima rodada. A cada rodada você deve tirar um bambolê ou a marcação do quadrado.
  • A última dica é a leitura, que apesar de não ser brincadeira, integra a família e ajuda a criança a entender o sentido da Páscoa. A autora Ruth Rocha tem um lindo livro chamado “O coelhinho que não era da Páscoa” (Ed. Salamandra). A história fala sobre a vida do Vivinho, que tinha irmãos e uma família bem legal. Ele ficou pensando o que seria quando crescer e chegou à conclusão que não desejava ser coelho, mas queria ter outra profissão. Reúna seus pequenos e descubra se os pais de Vivinho vão aceitar sua decisão.